Chuva 1 - Num dos meus filmes de culto, há uma frase dita de modo sublime que reza assim: "quando Deus nos quer castigar, concede-nos a realização dos nossos desejos"
Pois... tanto desejo chuva, que hoje levei uma molha (e com chapéu de chuva no carro!). Que desconsolo!
Chuva 2 - Afinal estes magos das finanças não são tão magos assim e isto ainda está pior do que nos contam
Então não é que as três coisas que exportamos mais (e que elogios ao equilíbrio da balança de transações) são:
1- ouro (das nossas jóias da família) ; medicamentos - pois o negócio cá está fraco e não importa que alguns medicamentos até esgotem nas farmácias! ; carros que não se vendem cá e que se reexportam!
Es´ta-se mesmo a ver que os magos das finanças reorganizaram mesmo o país e que o nosso setor exportador está pujante!
chuva 3 - Um destes dias era a diminuição brutal das dívidas das Câmaras- pois se os subsídios da função pública foram afetadas a este serviço da dívida. Julga-se que algumas Câmaras estão a gerir melhor?
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
1527 - Quem cala consente!
domingo, 17 de junho de 2012
1505 - Com é que aqui chegámos?
quando os meninos de hoje
ainda não tinham nascido
e a nossa liberdade
era um fruto prometido,
tantas vezes proibido,"
José Jorge Letria
Que tempos em que vivemos, que tempos!!!
Como é que é possível tantos anos de trabalho e tanta "civilização" e "miragens de progresso para nos virem a empobrecer desta maneira?
José Jorge Letria
Que tempos em que vivemos, que tempos!!!
Como é que é possível tantos anos de trabalho e tanta "civilização" e "miragens de progresso para nos virem a empobrecer desta maneira?
sábado, 12 de maio de 2012
1494 - Estado de Sítio!!!
Acabadinho de sair em Diário da República
Lei Orgânica n.º 1/2012
Assembleia da República
Segunda alteração à Lei n.º 44/86, de 30 de setembro (Regime do estado de sítio e do estado de emergência)
Para que diabo desejam "eles" atualizar a lei? Não vem aí coisa boa não! e a gente continua na "maior"...
hum...
Lei Orgânica n.º 1/2012
Assembleia da República
Segunda alteração à Lei n.º 44/86, de 30 de setembro (Regime do estado de sítio e do estado de emergência)
Para que diabo desejam "eles" atualizar a lei? Não vem aí coisa boa não! e a gente continua na "maior"...
hum...
quinta-feira, 3 de maio de 2012
1494 - “Se já estivesse barato, não eram precisos descontos” - Economia - PUBLICO.PT
“Se já estivesse barato, não eram precisos descontos” - Economia - PUBLICO.PT
Não é que me apeteça comentar muito o assunto da cadeia dos hipermercados Pingo Doce e das suas promoções do 1º de Maio, mas gosto sobremaneira do raciocínio deste leitor do "Público" - Faz mesmo muito sentido
“Mais uma vez, a quem ainda acredita q o #pingodoce fez um favor aos pobres, eis a coisa desmontada pelos próprios” – escreve, por sua vez, bossito, remetendo para um vídeo publicitado no blogue Vias de Facto que, manipulando spots publicitários da cadeia de distribuição, ataca esta acção de promoção com os argumentos usados pelo próprio Pingo Doce para combater a concorrência: “Já parou para pensar porque é que existem descontos? O desconto só existe para se poder baixar um preço que estava caro. Se já estivesse barato, não eram precisos descontos, não é verdade? E com as promoções é a mesma coisa.”
Não é que me apeteça comentar muito o assunto da cadeia dos hipermercados Pingo Doce e das suas promoções do 1º de Maio, mas gosto sobremaneira do raciocínio deste leitor do "Público" - Faz mesmo muito sentido
“Mais uma vez, a quem ainda acredita q o #pingodoce fez um favor aos pobres, eis a coisa desmontada pelos próprios” – escreve, por sua vez, bossito, remetendo para um vídeo publicitado no blogue Vias de Facto que, manipulando spots publicitários da cadeia de distribuição, ataca esta acção de promoção com os argumentos usados pelo próprio Pingo Doce para combater a concorrência: “Já parou para pensar porque é que existem descontos? O desconto só existe para se poder baixar um preço que estava caro. Se já estivesse barato, não eram precisos descontos, não é verdade? E com as promoções é a mesma coisa.”
segunda-feira, 23 de abril de 2012
1491 - Uma ida à Comporta e a Tróia
Disponibilizei uma tarde para sair um pouco em família. O destino foi Comporta e Tróia, sendo que o dia nos soube bem.
Gostei da calma bucólica da Comporta e da Carrasqueira. Ao ver os arrozais e as casas da herdade e dos trabalhadores lembrei-me da leitura de "Levantado do chão" e pensei nos direitos que tanto custaram a adquirir e que se vão perdendo a pouco e pouco...
Mais tarde, esta sensação agravou-se mais e mais com a chegada a Tróia. O que era uma terra de todos está mais e mais de alguns...
Os ferry mudaram de porto de atracação e o antigo local passou a marina...
E a praia que era de todos e de tão fácil acesso passou a ser de alguns poucos pois, então não é que o Ferry para além de ser caro (e muito), fica agora a alguns kilometros de Tróia e só pagando novo bilhete de autocarro se consegue lá chegar sem carro.
Que sentido é que isto faz? quanto terá pago a SONAE para poder transformar Tróia naquilo que é hoje? muito? pouco? se muito onde foi aplicado esse dinheiro? se pouco, porque razão?
Depois os sinais evidentes da crise: imenso apartamentos à venda... imensos mesmo! não sei onde é que este governo nos quer levar, mas nada disto me parece prometedor (21 Euros para cruzar o rio de Ferry é muito, mesmo!) Tróia para alguns?
Gostei da calma bucólica da Comporta e da Carrasqueira. Ao ver os arrozais e as casas da herdade e dos trabalhadores lembrei-me da leitura de "Levantado do chão" e pensei nos direitos que tanto custaram a adquirir e que se vão perdendo a pouco e pouco...
Os ferry mudaram de porto de atracação e o antigo local passou a marina...
E a praia que era de todos e de tão fácil acesso passou a ser de alguns poucos pois, então não é que o Ferry para além de ser caro (e muito), fica agora a alguns kilometros de Tróia e só pagando novo bilhete de autocarro se consegue lá chegar sem carro.
Depois os sinais evidentes da crise: imenso apartamentos à venda... imensos mesmo! não sei onde é que este governo nos quer levar, mas nada disto me parece prometedor (21 Euros para cruzar o rio de Ferry é muito, mesmo!) Tróia para alguns?
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
1431 - Porque um país tem otamanho dos seus homens
Por uma espécie de auto-defesa não tenho escrito muito... Quando o choque é grande as pessoas ficam sem palavras talvez para se defenderem um pouco e não caírem ainda mais fundo.
Ontem (re)li isto e gostei:
"porque um país tem o tamanho dos seus homens"
"Porque nada é tão grande como as tuas mãos"
(vale para o bem e para o mal, mas conheço alguns, felizmente, que fazem isto avançar!)
Ontem (re)li isto e gostei:
"porque um país tem o tamanho dos seus homens"
"Porque nada é tão grande como as tuas mãos"
(vale para o bem e para o mal, mas conheço alguns, felizmente, que fazem isto avançar!)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
1430 - Luzes e sombras
1 - Os feriados - Por vezes parece que damos tiros nos pés... Reclamamos porque nos tiram os feriados e ainda por cima sem que haja uma reflexão profunda sobre o assunto a nível do país. Tira-se um ou outro porque... sim.
Sabendo que a questão é complexa e sabendo que quem faz ponte se limita a meter um dia de férias que teria gozado noutra altura, não deixa de fazer pensar que na 6ª feira fosse facílimo entrar em Lisboa!
Será que se gozam os últimos cartuchos? será que está tudo já tão em baixo que se precisa mesmo de desligar por uns tempos?
Não deixa de ser interessante neste contexto, ver como estão as iluminações natalícias das casas este ano. Onde estão as iluminações de Natal? a malta anda mesmo deprimida!
2 - Os concursos televisivos/mediatismo - Também achei paradigmático de um tipo de sociedade que se hiper-valorize a presença em televisão. Quem nela aparece, existe! que não aparece está voltado a um anonimato. A ideia de ter um "segredo" tão bom que daria acesso garantido a um programa de TV, nem que para isso se denuncie o próprio pai dá mesmo que pensar! Que valores são estes da sociedade portuguesa!
Estamos mesmo muito longe dos ideais da paz, pão, saúde, educação, liberdade de pensamento, justiça, emprego...
3 - Luzes? - por agora não as deslumbro
Sabendo que a questão é complexa e sabendo que quem faz ponte se limita a meter um dia de férias que teria gozado noutra altura, não deixa de fazer pensar que na 6ª feira fosse facílimo entrar em Lisboa!
Será que se gozam os últimos cartuchos? será que está tudo já tão em baixo que se precisa mesmo de desligar por uns tempos?
Não deixa de ser interessante neste contexto, ver como estão as iluminações natalícias das casas este ano. Onde estão as iluminações de Natal? a malta anda mesmo deprimida!
2 - Os concursos televisivos/mediatismo - Também achei paradigmático de um tipo de sociedade que se hiper-valorize a presença em televisão. Quem nela aparece, existe! que não aparece está voltado a um anonimato. A ideia de ter um "segredo" tão bom que daria acesso garantido a um programa de TV, nem que para isso se denuncie o próprio pai dá mesmo que pensar! Que valores são estes da sociedade portuguesa!
Estamos mesmo muito longe dos ideais da paz, pão, saúde, educação, liberdade de pensamento, justiça, emprego...
3 - Luzes? - por agora não as deslumbro
sábado, 23 de abril de 2011
1328 - Fez sentido? Valeu a pena?
Valeu a pena?
Por estes dias, lendo os jornais, ouvindo a TV e analisando o comportamento de alguma classe política, parece que não...
Amália
(David Mourão-Ferreira / Alan Oulman)
Por teu livre pensamento
Foram-te longe encerrar
Tão longe que o meu lamento
Não te consegue alcançar
E apenas ouves o vento
E apenas ouves o mar
Levaram-te a meio da noite
A treva tudo cobria
Foi de noite numa noite
De todas a mais sombria
Foi de noite, foi de noite
E nunca mais se fez dia.
Ai! Dessa noite o veneno
Persiste em me envenenar
Oiço apenas o silêncio
Que ficou em teu lugar
E ao menos ouves o vento
E ao menos ouves o mar.
domingo, 17 de abril de 2011
1323 - Parar, pensar, olhar
A situação política actual está péssima
Nestes últimos dias sucedem-se factos assombrosos
O artigo da última página do expresso de hoje é paradigmático
Achei adequado, como metáfora da situação actual, o vídeo com estes meninos de coro a cantarem Rossini. Haverá semelhanças com a realidade?
(a grande questão disto tudo é o descrédito da política e políticos que tanto sangue e tanta luta custou a tantos)
Nestes últimos dias sucedem-se factos assombrosos
O artigo da última página do expresso de hoje é paradigmático
Achei adequado, como metáfora da situação actual, o vídeo com estes meninos de coro a cantarem Rossini. Haverá semelhanças com a realidade?
(a grande questão disto tudo é o descrédito da política e políticos que tanto sangue e tanta luta custou a tantos)
sexta-feira, 15 de abril de 2011
1322 - A modos que ... II
1 - Maldito computador que nunca mais está em condições e me faz perder tempo precioso. Já percebi que deve ser um vírus que anda na rede... Já estamos há quase um mês nisto...
2 - Aqui ficam as fotos desta Primavera maravilhosa que descubro espantado no meu jardim! é o que dá encafuar-me no escritório a compor o pc
3 - O Estado Português é um modelo a seguir. Há uns anos os clubes de futebol tomaram a iniciativa de não pagar os impostos referentes aos ordenados ao estado e/ou não entregar os descontos da segurança social de modo a pagar os ordenados aos jogadores. Os clubes, foram, e bem criticados por isso. Mais tarde foram as empresas a adoptar o mesmo porcedimento e o Estado, para cortar este mal pela raiz, legislou no sentido de considerar crime este tipo de atitudes! Certo!
Então o que se dirá agora quando é o próprio estado via Ministério da Defesa a fazer este tipo de práticas? Loucura total
4 - Felizmente que, para compensar alguma desconsideação com que me vou habituando a conviver, surgiram hoje dois convites: um para uma conferência e outro para uma entrevista num jornal!
Escrever direito por linhas tortas?
5-
Direi de meu tempo que havia um S
havia uma sombra e um silêncio
havia um S de sigla e de suspeita
com suas seitas e seus sicários.
Não sei se signo não sei se sina
não sei se simplesmente sujo.
Ou só servil. Ou só sevícia.
Havia um S de Saturno
havia um susto
havia um S de soturno
sobre um S de sol.
De meu tempo direi
que havia um S
de sepulcro.
Sentinela. Sentinelas.
Ou talvez selva. Talvez serpente.
S de sebo e de sebenta: seco seco.
E também senão. E também senil.
De meu tempo direi
que havia um S
sem sentido.
E também Setembro. E também solstício.
Saga e safra.
Ou talvez semente. Ou talvez segredo.
Havia um S de sal e sílex
havia um silvo
Havia uma sílaba ciciada.
E também o sonho: entre suar e ser.
(Como um soluço como um soluço.)
De meu tempo direi
que havia um S
de sol e som.
Havia Setembro e um assobio
contra um S de sombra e de silêncio.
Manuel Alegre, 18 de Janeiro de 74
terça-feira, 12 de abril de 2011
1320 - aterrados vindos do espaço
Apetece viajar para bem longe daqui ...
Este fim de semana foi sem palavras... Uns chegaram a este país vindos do espaço ou do circulo polar ártico e foram para o Porto descobrir que os que "estavam no governo" governaram mal e que eles são a solução... outros com a mania que são impolutos afinal não são... (olha mais outros que viviam na estratosfera...)
Apetece dizer: Quem nos livra dos nossos salvadores?
Já aqui por casa o computador teve de ser formatado 3 vezes pois "rebentava" quase no fim de estar tudo certinho... Seria contágio vindo sabe-se lá de que estratosfera de onde alguns viajaram?
quinta-feira, 7 de abril de 2011
1318 - Resgate
Notas soltas sobre a espuma dos dias:
1 - Na 2ª feira o país estava no melhor dos mundos segundo a entrevista do nosso primeiro à RTP, na 4ª foi pedido o resgate. O que terá mudado entretanto?
(por acaso já sei a resposta - os banqueiros fecharam a torneira!)
2 - Absolutamente fabulosa e imperdível a crónica de hoje do Fernando Alves nos sinais TSF -
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1824838
Resgate
Não sou isto nem aquilo
É o meu modo de viver
É, às vezes, tão tranquilo
Que nem chega a dar prazer...
Todavia, onde apareço,
Logo a paz desaparece
E a guerra que não mereço
Dá princípio à minha prece.
Pedro Homem de Melo
domingo, 27 de junho de 2010
1138 - Isto anda outra vez mal...

Os meus pensamentos andavam noutras realidades mais inócuas e até me preaprava para postar um "let it be" dos saudosos Beatles, mas o telejornal de hoje (RTP1 e RTPN) despertou-me para uma realidade bem complicada
1 - Educação
O governo prepara-se para encerrar escolas com menos de 21 alunos. Parecia bem...
Mas a questão é: Mas isso vale para todas as escolas e em todos os contextos?
Imagine-se que aos miúdos de Lisboa se dizia para irem estudar para Óbidos ou vive versa? Ou aos meninos de Almada para estudarem em Setúbal? Ou aos do Porto para estudarem em Braga ou Estarreja?
Ah, é longe? Ah é preciso acordá-los uma hora mais cedo? Ah, é todos os dias? Ah, a desertificação do interior
Faz sentido? Veja-se em Mértola
2 - A Saúde
Por estes dias não há dinheiro para os hospitais que já encerraram nem para as Ambulâncias 112 (os tais VMER que eram topo de gama) - não há nada! imagine-se o sentimento de pânico das populações de determinadas regiões. Hoje era o fecho dos ex-SAP numa pequena aldeia do interior perto de Mértola
Ah, e onde fica o hospital mais próximo? Ah e quem me socorre? Ah e a médica que falta mais do que vem? Ah e não sai mais barato pagar um transporte a uma médica que os táxis aos doentes? ah, a desertificação do interior
3 - A justiça...
---
É duro ser português hoje! fazem sentido estas opções do governo?
Ah, a paz, o pão, habitação, saúde, educação
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1908 (da consciência da existir) - 25 anos de trabalho em bibliotecas
Faz hoje, dia 1 de setembro, 25 anos que comecei a trabalhar no mundo das bibliotecas escolares. Tudo começou a 1 de setembro de 2001, por a...
-
Creio que já publiquei "isto" aqui. Não interessa! Hoje, dei de novo de caras com o vídeo e, novamente, me deliciei a vê-lo. Claro...
-
Mais outro livro que se lê num só fôlego tal a forma como nos embrenhamos nela (até ia ficando fechado no metro, na última estação, por não ...
-
Bom... narcisismo também não será... Mas com eles duram não mais que três semanas e estão tão lindos aqui no jardim que resolvi fotografa-lo...





