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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

1828 (Do amor) - Para ti meu amor

Para ti, Meu amor

Para ti,
Meu amor;
Levanto a voz,
No silêncio
Desta solidão em que me encontro.
Sei que gostas de ouvir,
A minha voz,
Feita de palavras ternas e doces
Que invento para ti
Nos momentos calmos
Em que estamos sós
Sei que me ouves
Agora
- Uma vez mais - 
Apesar da distância
E do silêncio.
O amor;
Opera esse milagre
Simples,
Como tudo o que é natural:
Ouvir;
Bem no fundo do coração
As palavras não ditas
Mas sentidas;
Adivinhar;
Bem ao nosso lado,
A perseverança,
Insubstituível e certa
Do ausente
- Presença inconvertível
Em ausência,
Por maiores que sejam a distância
E o silêncio!

Mário Soares

Aljube
22 Fevereiro 1962

terça-feira, 7 de julho de 2015

3 - (De amor) Para ti, meu Amor

Para ti
Meu amor
Levanto a voz
No silêncio
Desta solidão em que me encontro
Sei que gostas de ouvir
A minha voz
Feita de palavras ternas e doces
Que invento para ti
Nos momentos calmos
Em que estamos sós
Sei que me ouves
Agora…
- Uma vez mais -
Apesar da distância
E do silêncio.
O amor,
Querida,
Opera esse milagre,
Simples,
Como tudo o que é natural:
Ouvir;
Bem no fundo do coração
As palavras não ditas
Mas sentidas;
Advihar;
Bem ao nosso lado,
A presaença,
Insubstituível e certa
Do ausente
- Presença inconvertível
Em ausência,
Por maiores que sejam a distância
E o silêncio!

Mário Soares
Aljube
22 Fevereiro 1962

1908 (da consciência da existir) - 25 anos de trabalho em bibliotecas

Faz hoje, dia 1 de setembro, 25 anos que comecei a trabalhar no mundo das bibliotecas escolares. Tudo começou a 1 de setembro de 2001, por a...