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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

1908 (da consciência da existir) - 25 anos de trabalho em bibliotecas


Faz hoje, dia 1 de setembro, 25 anos que comecei a trabalhar no mundo das bibliotecas escolares.
Tudo começou a 1 de setembro de 2001, por acaso e pela minha vontade de abraçar novos projetos. Tornei-me professor bibliotecário no Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté que, na altura, era ainda apenas uma escola.
E, como os acasos andam todos ligados — ou porque Deus lá sabe coser as linhas do destino —, em outubro de 2001 (há 25 anos portanto) recebi um convite para participar num projeto europeu relacionado com bibliotecas: o Grandslam. Como isso tornaria este texto ainda maior, abstenho-me, por agora, de contar os contornos desse convite, que só mais tarde vim a conhecer e que tanto impacto teve na minha vida e na orientação que lhe dei.
De 2001 a 2006 vivi tempos de enorme aprendizagem. Tive o apoio da Biblioteca Municipal de Almada, na pessoa da Dr.ª Isabel Pireza, que me ensinou os meandros do PRISMA, a par da formação que fui realizando. Muito lhe agradeço, pois recebi uma biblioteca sem catálogo, com cerca de 3000 exemplares, e, ao fim de um ano, tinha catalogado apenas 10% desses mesmos documentos. Foi preciso algum tempo e um bom empurrão, mas, ao fim de três anos, tinha já toda a coleção catalogada. E, entretanto, essa coleção tinha duplicado, graças ao investimento realizado e aos projetos que fomos ganhando.
A bagagem que o projeto europeu me foi dando, ao nível da formação, do contacto com outras práticas e com gente capacitada e conhecedora que fui encontrando — pessoas que, afinal, liam “outros” livros — foi uma das motivações para abraçar, em 2005, o Mestrado em Gestão da Informação e Bibliotecas Escolares, da Universidade Aberta. Aprendi imenso com a Dr.ª Glória Bastos e tive acesso a informação organizada, sistematizada e a novos modos de pensar as bibliotecas escolares.
Em setembro de 2006, recebi um convite da Dr.ª Teresa Calçada para ir trabalhar para o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Aceitei, mas confesso que ainda hesitei um pouco. O trabalho que estava a fazer entusiasmava-me e teria de o abandonar sem saber muito bem ao que ia.
De 2006 a 2011 estive, a par com a lecionação, no Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Recordo gente muito boa e recordo a Dr.ª Teresa, com quem muito aprendi, para o bem e para o mal, com a forma como geria a Rede e com a profunda reflexão que acompanhava as nossas reuniões periódicas. Ela estava (e está), muitas vezes, à frente do seu tempo e das questões que eram então colocadas às bibliotecas: a falta de novos fundos documentais, o desafio da Web 2.0 e de um certo otimismo ingénuo, a generalização da Internet, os catálogos, os novos equipamentos, os espaços, o crescimento da Rede e tantos projetos novos — alguns inconsequentes e outros que deixaram uma marca profunda.
Passei a coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares em setembro de 2011. Passei a acompanhar, sobretudo, as bibliotecas escolares dos concelhos de Almada e do Seixal, embora tenha também acompanhado, temporariamente, outros concelhos.
Foi — e continua a ser — um tempo de grande aprendizagem e de muito jogo de cintura. É necessário falar com os autarcas, com as bibliotecárias municipais e chefes de divisão, com diretores escolares, coordenadores de estabelecimento, professores, professores bibliotecários, assistentes operacionais, parceiros de projetos e centros de formação de professores.
Nem sempre fui, nem sou, bem acolhido, pois nem todos entendem ainda a importância e a necessidade das bibliotecas escolares. Outros pensam a curto prazo, concentrados apenas na gestão do quotidiano, outros ainda focados em coisas que dão nas vistas: metas, números,... No entanto, sinto que a mensagem e o trabalho em rede foram, e continuam a ser, bem acolhidos pela generalidade dos interlocutores. E muito se tem feito — e continua a fazer-se — quando se sonha e se aposta alto!
Tive muitos, muitos momentos bons. Muito bons. Fruto da colaboração e do empenho de gente muito boa e dedicada. No fim, são os miúdos que ganham!
Haja quem sonhe em conjunto.
O panorama das bibliotecas escolares e das escolas é hoje muito diferente do que era há 25 anos. Muitos espaços foram requalificados; os professores bibliotecários assumiram o seu papel e investiram na sua formação. São capazes de procurar parcerias, de se afirmarem e de liderarem projetos. Aderem a iniciativas inovadoras e pensadas para o futuro. Desinstalam-se. Do lado das parcerias institucionais e outras o pensamento também mudou! Por exemplo, já não se constroem novas escolas sem bibliotecas.
Foram tantos e tantos os projetos ganhos e mais de 20 bibliotecas escolares inauguradas. E continuamos a caminhar para que possa existir uma biblioteca ou um ponto de biblioteca em cada escola, o que, digo eu, deveria ser o normal.
Há hoje uma grande consciência da importância do fomento da leitura desde a mais tenra idade para a formação dos cidadãos. Ainda há muito caminho a percorrer, certamente, mas talvez seja uma das mudanças mais importantes a que assisti nestes 25 anos.
E não se pense — nem eu penso — que isto é autoelogio ou fruto apenas do meu trabalho. Procuro apenas motivar, criar condições, estabelecer pontes, desafiar, insistir, por vezes chatear… Todo o mérito foi, e é, sempre de muitos.
Neste olhar sobre os 25 anos que passaram, não posso deixar de referir os cursos europeus, na área das bibliotecas, que coorganizei — foram cerca de uma dezena. Professores, decisores políticos, diretores e outros profissionais vindos de toda a Europa a refletir em conjunto e a criar pensamento e práticas consistentes. Foram experiências extraordinárias.
Também o projeto READ ON, financiado pela Europa Criativa, teve — e continua a ter — tanto impacto em Portugal, através dos 10 Minutos a Ler, dos concursos, das antologias e do Festival READ ON Almada. Foi um tempo de grande aprendizagem, partilha e diálogo. Ainda hoje mantenho contacto com alguns desses participantes e vou tomando consciência do impacto que esses cursos e projetos tiveram nos seus percursos profissionais e pessoais.
Neste contexto não posso deixar de referir o nome de Ross Todd, que tanto me inspirou e que acedeu sempre, graciosamente, aos nossos desafios. Tanto e tanto aprendi com ele sobre bibliotecas e sobre as qualidades de um ser humano. É por causa dele e de mais duas ou três pessoas que muito marcaram o meu pensamento que aqui me mantenho, pronto para todos os desafios, recebendo muitas recompensas, mas trabalhando muito, muito.
Também dei milhares de horas de formação na área das bibliotecas. Tantos e tantos docentes estiveram envolvidos. Sei que a semente — e o bichinho das bibliotecas — ficou em muitos. Alguns tornaram-se professores bibliotecários e outros investiram na sua formação académica. Talvez essa seja uma das recompensas mais bonitas de quem trabalha na formação: perceber, anos mais tarde, que alguma coisa que dissemos, partilhámos ou fizemos ajudou alguém a encontrar um caminho.
Também eu próprio nunca deixei de me atualizar e de estudar, estudar muito de modo a apoiar na solução dos novos desafios que vão surgindo e também a nível da capacitação, dos outros, através da liderança e do marketing. Também participei em congressos, seminários, formações e fui fazendo investigação que foi considerada ter qualidade para ficar registada em atas de congressos e em revisytas científicas.
Uma palavra ainda para a importância da BAD — Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas, Profissionais da Informação e Documentação — ao longo destes 25 anos. Através dela tive contacto com uma série de grandes profissionais nas áreas da informação, das bibliotecas e dos arquivos, que me abriram horizontes e ajudaram a criar rede.
Será que o país é tão rico que nos possa permitir desperdiçar o talento e a inteligência de colegas que trabalham na mesma área de atividade? temos tanto a aprender e a ensinar uns com os outros que fecharmos-mos no nosso mundo pequenino é não crescer. Como dizia a Drª Maria José Moura é importante ter mundo, pensar em grande, não cristalizar. Triste é pensar que o mundo das bibliotecas começa e acaba na minha escola, no meu local de trabalho e que eu sou autosuficiente. Essa é mesmo a morte do artista. Temos tanto, mas tanto a aprender com outros que até nem fazem exatamente o mesmo que nós fazemos. como dizia o poeta: viva quem vive com a cabeça ao contrário e que sabe ver ou como diz a Maria José Vitorino, que tanto me inspira: "Pensar é grátis".
Ao fazer este percurso pela memória de 25 anos de trabalho, falta-me ainda dizer três coisas.
A primeira: 25 anos é mesmo muito tempo.
Dos que começaram comigo neste trabalho das bibliotecas, muitos já se reformaram. Outros escolheram outros caminhos, pois este é um trabalho cansativo. Muito cansativo. Quem pensa que ir para as bibliotecas é ganhar tempo para ler ou para pouco fazer, desengane-se.
Alguns voltaram para as turmas por acharem que isto dava muito trabalho, outros, dadas as competências criadas, aceitaram novos desafios, tornaram-se autarcas, diretores,... Outros já partiram, e sinto falta deles.
Fica tão estranho coordenar uma reunião e perceber que as caras que começaram comigo já são poucas.
Serei louco? Serei resiliente? Talvez um pouco das duas coisas.
A segunda: sinto-me mal por não referir dezenas de nomes que foram fundamentais neste processo e que muito me ajudaram e inspiraram. Sou tentado a começar a enumerá-los, mas não creio que faça muito sentido. Ficará sempre gente de fora e isso poderá criar constrangimentos que, de todo, não desejo.
Sou agora amigo de tantos, tantos, que temo dececioná-los por alguma omissão ou simplesmente por não aparecerem numa certa ordem imaginada.
Agradeço-lhes, por isso, de coração. A todos. Por me inspirarem a continuar, a não desistir e, quem sabe, a dar de mim mais 25 anos.
Há tanta e tanta recompensa nos sucessos, pequenos e grandes, que todos os dias acontecem. Há sempre gente a tentar fazer melhor. Há sempre algo de novo a acontecer. Há sempre os “loucos de Lisboa” que fazem os rios nascer no mar e desaguar nos nossos sonhos e nas nossas concretizações.
E talvez seja isso que, passados 25 anos, continua a fazer sentido: haver gente que sonha, gente que acredita e gente que não desiste de fazer das bibliotecas escolares lugares onde as coisas podem começar.
Porque, afinal, uma biblioteca escolar nunca é apenas uma biblioteca.
As últimas são um agradecimento à Rede de Bibliotecas Escolares por ter confiado e continuar a confiar no meu trabalho. Se aqui cheguei foi graças ao desafio e apoio que me foi dado ao longo de todo este tempo. Deu-me e dá-me rede, apoio e estrutura e à família pela grande paciência para comigo.


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Livros sobre bibliotecas

Post roubado descaradamente daqui

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Una selección de libros de ficción y no-ficción, para adultos y para niños, que tienen a las bibliotecas y a los bibliotecarios/as, como protagonistas. Conoces algún otro. Compartilo con nosotros.

Gayle Lynds. "La biblioteca de oro". Editorial Bóveda. Desde hace muchos años reyes, políticos e historiadores han buscado la famosa biblioteca de Iván el Terrible, que contenía manuscritos de incalculable valor en los que se reunía todo el saber de la humanidad. Aventuras e intriga.

Mario Crespo. "Biblioteca Nacional". Editorial Eutelequia. Pablo Villa es un aspirante a novelista que trabaja subcontratado en la Biblioteca Nacional. Emprende junto a un compañero de la biblioteca una investigación que le llevará a descubrir cosa inimaginables.

Gonçalo M. Tavares. "Biblioteca". Editorial Xordica. Poesía y literatura, bibliotecas de escritores. Muy interesante.

"Biblioteca", relato de Zoran Zivkovic en el libro "Historias imposibles", editorial Minotauro.

Emilio Calderón. "La biblioteca". Edita Emilio Calderón. Pepe Dalmau regresa a Madrid de Nueva York para enterrar a su padre, muerto en extrañas circunstancias, aprovecha para retomar una vieja relación con su vecina Natalia, hija de un afamado librero de viejo apellidado Santos. Ésta desaparece de pronto. Santos le confesará al joven que la muchacha ha sido secuestrada por haber incumplido un acuerdo comercial: robar por encargo un libro que se encuentra en la Biblioteca Nacional de Madrid.

Peter Manseau. "La biblioteca de los sueños rotos". Editorial Duomo. En el oeste de Massachusetts, un joven católico recién egresado de la carrera de Religión busca trabajo, y el único que encuentra es ordenar y clasificar todas las donaciones de obras judías almacenadas en un viejo depósito. Teniendo que ocultar su verdadera fe, el joven hace hallazgos sorprendentes, se involucra con una mujer, un idioma, y una gran mentira que definirá el curso de su destino.

Matías Serra Dradford. "La biblioteca ideal". Editorial La bestia equilátera. A mitad de camino entre la novela y el documental, relata cuatro vidas: Silvio, Bruno, Lucio y finalmente Theo, lector que resume en su relato las actividades de las librerías de usados, los cafés, los paseos, las excursiones, la memoria, los intersticios, mientras sigue el vaivén con el que una lectora, mujer ideal y a la vez fantasma, se deja entrever al cruzarse con la historia.

Rebecca Makkai. "El devorador de libros". Editorial Maeva. Lucy Hull, una joven resignada a trabajar como bibliotecaria de libros infantiles en un remoto pueblo de Missouri, ayuda habitualmente a su lector preferido - Ian Drake, un niño de diez años obsesionado con la lectura - a escoger libros a escondidas de su madre, una mujer autoritaria que pasa por la censura todo lo que el niño quiere leer.

Logan Belle. "La bibliotecaria". Editorial Planeta. Regina Finch se ha ganado a pulso su puesto en la sede central de la Biblioteca Pública de Nueva York. Pero un encuentro fortuito con Sebastian Barnes, millonario, exitoso fotógrafo y principal mecenas del centro, transformará su austera y aburrida existencia en una vida llena de acción, lujo, erotismo y nuevas experiencias.

Alberto Mangel. "Bibliotecas". Editorial Gobierno de Navarra. Una reflexión sobre la biblioteca ideal, considerada como espacio, como forma y como imaginación.

Allen Kurzweil. "La gran complicación". Editorial Diagonal. Alexander Short es un meticuloso bibliotecario que pasa sus días dedicado a las minucias de su trabajo. A las ocho en punto vuelve a casa, donde su mujer francesa le espera absorta en la producción de sus libros en 3D.

Jesús Marchamalo. "Donde se guardan los libros. Bibliotecas de escritores". Editorial Siruela. bibliotecas de veinte reconocidos autores españoles contemporáneos: Javier Marías, Mario Vargas Llosa, Arturo Pérez-Reverte, Jesús Ferrero, Clara Janés...Cada uno habla de cómo se relaciona con los libros, del orden y su ubicación en los estantes, de las lecturas que en su momento le fueron decisivas o de cómo su biblioteca se ha ido construyendo con el tiempo.

Glenn Cooper. "La bibllioteca de los muertos". Editorial Grijalbo. Un secreto escalofriante, oculto desde hace siglos, está a punto de ser revelado. Un thriller soberbio dotado de una intriga estremecedora, en la Bretaña del siglo VII

Alan Bennet. "Una lectura nada común". Editorial Anagrama. La visita casual a un bibliobús de Isabel II de Inglaterra puede ser la puerta a un gran cambio real. Un libro divertido sobre la importancia de convertirse en "lectora".

Jacques Bonnet. "Bibliotecas llenas de fantasmas". Editorial Anagrama. Las bibliotecas son seres vivos a imagen y semejanza de nuestra complejidad interior. Acaban por formar un laberinto del que, para nuestro inmenso y peligroso placer, podemos perfectamente no salir jamás. Pequeño tratado sobre el arte de vivir con demasiados libros.

Francisco Mendoza Díaz-Maroto. "La pasión por los libros. Un acercamiento a la Bibliofilia". Editorial Espasa. Lectura imprescindible para todo aquél que desee acercarse al mundo de la bibliofilia y de esa maravillosa enfermedad que es el coleccionismo de libros. Con un lenguaje claro y un ritmo narrativo brillante, apoyado en un enorme trasfondo de erudición, el autor nos lleva de la mano para mostrarnos los aspectos más relevantes de la ciencia bibliófila.

Alberto Manguel. "La biblioteca de noche". Editorial Alianza. Alberto Manguel, que quiso ser bibliotecario de joven, nos muestra en La biblioteca de noche su amor apasionado por los libros y por esos espacios, míticos en algunos casos, que los han albergado a lo largo de los siglos. 

Elias Canetti. "Auto de fe". Editorial Muchnik. A través de la historia de Peter Kien, un especialista en China e internacionalmente conocido, propietario de una biblioteca de 25.000 volúmenes de la que se ocupa él mismo, Canetti habla de los peligros de considerar que un intelectualismo rígido y dogmático, encerrado en sí mismo, pueda prevalecer sobre el mal, el caos y la destrucción. 

Jorge Luis Borges. "La biblioteca de Babel". Editorial Emecé. Cuento de Borges, que se editó por primera vez dentro de "El jardín de los senderos que se bifurcan". El relato es la especulación de un universo compuesto de una biblioteca de todos los libros posibles, en la cual sus libros están arbitrariamente ordenados, o sin orden, y preexiste al hombre.

José Luis Saorín. "Gógar y el misterio del punto infinito". Editorial Edelvives. Col. Alandar. Interesante libro juvenil, pero también para adultos, lleno de intriga y misterio en una biblioteca. El detective aficionado Gógar se ve envuelto en el asesinato de un hombre en la biblioteca y serán sus libros los que ayuden a resolver el misterio. Una pista lleva a la otra, como los libros: un libro lleva a otro.

Antonio G. Iturbe. "La bibliotecaria de Auschwitz". Editorial Planeta. Dita, una jovencita de 14 años tiene una labor muy importante y peligrosa, en el campo de concentración de Auschwitz: conservar la biblioteca más pequeña del mundo (ocho libros). Los libros están prohibidos en Auswitch bajo pena de muerte. Dita es la encargada de que los nazis no los encuentren y de que otros prisioneros puedan leerlos y olvidarse por un momento de donde están. Basada en hechos reales.

Umberto Eco. "El nombre de la rosa". Editorial Lumen. Novela de intriga, de crónica medieval, de simbología y alegorías, narra las actividades detectivescas de Guillermo de Baskerville para esclarecer los crímenes de una abadía benedictina.

"Palabras por la biblioteca" Edita Consejería de Cultura de Castilla-La Mancha

Jaime Armiñán. "Los amantes encuadernados". Editorial Espasa. Puede una bibliotecaria enamorarse de los propios libros? Una interesante novela en la que el amor surge de la literatura, entre las paredes de una biblioteca.
Fuente: Pinterest

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

15 sugestões de livros para dar de presente de natal a um(a) bibliotecário(a)


Os Bibliotecária(o)s adoram receber livros e adoram ler livros sobre bibliotecas e bibliotecários. Se quiser dar um presente a um bibliotecário neste natal, sem errar, basta seguir o link abaixo que remete para um excelente posto do blogue: "Bibliotecários sem fronteiras" 

1908 (da consciência da existir) - 25 anos de trabalho em bibliotecas

Faz hoje, dia 1 de setembro, 25 anos que comecei a trabalhar no mundo das bibliotecas escolares. Tudo começou a 1 de setembro de 2001, por a...