Mostrar mensagens com a etiqueta João Sousa Monteiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta João Sousa Monteiro. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 14 de março de 2011

Leituras nascidas na rádio

Desta vez, venho escrever sobre dois livros que acabei de ler. Ambos tiveram origem em programas de rádio dos anos 80 do século passado.

Este primeiro livro reúne um conjunto de conversas aos microfones da TSF entre o médico psiquiatra e psicanalista Carlos Amaral Dias e Ana Bravo, que tinha por título "O Inferno Somos Nós" e estas conversas cativam-nos. Discutem-se ali questões como a sexualidade infantil, a violência ( "não me espanta que (...) as crianças aprendam comportamentos de violência no interior da violência da própria família e em comportamentos que são fortemente desagregados no interior da família"), a anorexia, o primeiro amor, o divórcio. Para além das questões que coloca, CAD também esclarece dúvidas e sobretudo faz-nos pensar



Este livro circulou pelo país muito antes de ser editado, pelas casas e pelas vidas de algumas pessoas. Nasceu de uma extensa conversa radiofónica entre Carlos Amaral Dias e João Sousa Monteiro. Da Rádio Comercial chegou à letra.
De que se trata? Da vida das pessoas. Propõe um sentido poético, a reflexão, "dar forma aos sonhos" contra a normalização e apatia que abafam a vida. O diálogo, as hesitações, os silêncios, as divergências pontuais,...

Para quem é educador, estas leituras são imprescindíveis

terça-feira, 1 de março de 2011

Se não sabe porque é que pergunta?

Esta foi a minha leitura (por acaso é uma releitura) nos últimos dias. "Se não sabe porque é que pergunta?" é um dos dois livros que passaram a escrito os diálogos de João dos Santos com João Sousa Monteiro num programa de rádio que passou na rádio comercial nos anos 80 do século passado.
São conversas interessantíssimas sobre educação, psicologia do desenvolvimento, entrada na escola, dificuldades na leitura, relações entre pais e filhos.

É extraordinária  a forma simples como são debatidas estas temáticas e criam alguma sensibilidade no leitor para abordar questões muito comuns quando se é professor ou se tem filhos.

Não, não é eduquês! é muito bom senso aliado a uma grande experiência pessoal e profissional. É sobretudo muita atenção ao outro!

Sinto-me muito mais rico

1905 - (da consciência de existir) O uso do telemóvel e a perda da experiência ao vivo

  Há u m gesto que se tornou quase inevitável em qualquer espetáculo ao vivo: o erguer do telemóvel. No caso de um concerto em sala de espet...