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sábado, 23 de dezembro de 2017
domingo, 28 de junho de 2015
Quando uma música é uma leitura
O meu amor tem lábios de silêncio
E mão de bailarina
E voa como o vento
O meu amor tem trinta mil cavalos
A galopar no peito
E um sorriso só dela
Jorge Palma
E mão de bailarina
E voa como o vento
O meu amor tem trinta mil cavalos
A galopar no peito
E um sorriso só dela
Jorge Palma
terça-feira, 21 de agosto de 2012
1518 - Um maravilhoso dia de férias
Desta vez começo o relato das férias ao contrário (começando do fim para o princípio).
(Pausa para referir que me custou imenso retomar a vinda ao computador após uns dias em que o ritmo e rotinas foram absolutamente outros e que só hoje me apeteceu partilhar um momento tão extraordinário).
Após o regresso a casa já há dois ou três dias, apeteceu-nos voltar à praia. A ida ao Portinho da Arrábida revelou-se fenomenal!
Uma tarde de calor e uma água quente como acho que nunca tive no Portinho. Nadar, ler, conversar, nadar, ... Assim se passou das 15h às 20h... que dia! que pôr-do-sol.
Recordo ainda o banho já às oito, a partir da esplanada do café onde se bebia uma imperial!
Pudessem todas as férias de toda a gente, mais do que ter mais ou menos dias, terem dias qualitativamente bons e relaxantes.
Se não há felicidade, há dias felizes!
E o que mais se podia pedir que não ouvir o Jorge Palma e o "encosta-te a mim" na RFM de regresso a casa?
(Pausa para referir que me custou imenso retomar a vinda ao computador após uns dias em que o ritmo e rotinas foram absolutamente outros e que só hoje me apeteceu partilhar um momento tão extraordinário).
Após o regresso a casa já há dois ou três dias, apeteceu-nos voltar à praia. A ida ao Portinho da Arrábida revelou-se fenomenal!
Uma tarde de calor e uma água quente como acho que nunca tive no Portinho. Nadar, ler, conversar, nadar, ... Assim se passou das 15h às 20h... que dia! que pôr-do-sol.
Recordo ainda o banho já às oito, a partir da esplanada do café onde se bebia uma imperial!
Pudessem todas as férias de toda a gente, mais do que ter mais ou menos dias, terem dias qualitativamente bons e relaxantes.
Se não há felicidade, há dias felizes!
E o que mais se podia pedir que não ouvir o Jorge Palma e o "encosta-te a mim" na RFM de regresso a casa?
sábado, 3 de março de 2012
1472 - O Meu Amor
O meu amor
O meu amor tem lábios de silêncio
E mão de bailarina
E voa como o vento
E abraça-me onde a solidão termina
O meu amor tem trinta mil cavalos
A galopar no peito
E um sorriso só dela
Que nasce quando a seu lado eu me deito
O meu amor ensinou-me a chegar
Sedento de ternura
Separou as minhas feridas
E pôs-me a salvo para além da loucura
O meu amor ensinou-me a partir
Nalguma noite triste
Mas antes, ensinou-me
A não esquecer que o meu amor existe
O meu amor tem lábios de silêncio
E mão de bailarina
E voa como o vento
E abraça-me onde a solidão termina
O meu amor tem trinta mil cavalos
A galopar no peito
E um sorriso só dela
Que nasce quando a seu lado eu me deito
O meu amor ensinou-me a chegar
Sedento de ternura
Separou as minhas feridas
E pôs-me a salvo para além da loucura
O meu amor ensinou-me a partir
Nalguma noite triste
Mas antes, ensinou-me
A não esquecer que o meu amor existe
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
1253 - Viajando
Viagem na palma da mão
Agarras-te à hora em que o tempo não passou
Mergulhas nas cores que a loucura te emprestou
E quando te vês para lá do espelho
Encontras a solidão.
Descobres o mundo de quem tem pouco a perder
E sobes às estrelas que ontem não podias ver
E perdes o medo de estar só
No meio da multidão
Tradições
Atrás de contradições
Fizeram-te abrir os olhos
Podes dizer: eu sou.
Jorge Palma
(ora aqui está uma música à qual nunca tinha dado muita atenção ao poema, até hoje...)
sábado, 20 de novembro de 2010
1216 - Tatuagem
tatuagens
Mafalda Veiga
Em cada gesto perdido
Tu és igual a mim
Em cada ferida que sara
Escondida do mundo
Eu sou igual a ti
Fazes pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
Pintas o sol da cor da terra
E a lua da cor do mar
Em cada grito da alma
Eu sou igual a ti
De cada vez que um olhar
Te alucina e te prende
Tu és igual a mim
Fazes pinturas de sonhos
Pintas o sol na minha mão
E és mistura de vento e lama
Entre os luares perdidos no chão
Em cada noite sem rumo
Tu és igual a mim
De cada vez que procuro
Preciso um abrigo
Eu sou igual a ti
Faço pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
E pinto a lua da cor da terra
E o sol da cor do mar
Em cada grito afundado
Eu sou igual a ti
De cada vez que a tremura
Desata o desejo
Tu és igual a mim
Faço pinturas de sonhos
E pinto a lua na tua mão
Misturo o vento e a lama
Piso os luares perdidos no chão
quinta-feira, 21 de maio de 2009
814 - Como eu os invejo...
Por estes dias ao navegar pelos blogues que sigo tenho lido muita e boa poesia.
Admito que isso me tem tirado inspiração. Como escrever se, ao lado, tudo nos parece tão certinho e cada palavra no seu devido lugar?
Não, não é falsa modéstia, nem baixa auto-estima (olha quem!)
De momento só me apetecem as palavras dos outros e,por estes dias, estas que não me saiem da cabeça de manhã à noite, talvez por achar que acabo por ser um livro aberto neste espaço!
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Quero-te bem.
Encosta-te a mim.
Admito que isso me tem tirado inspiração. Como escrever se, ao lado, tudo nos parece tão certinho e cada palavra no seu devido lugar?
Não, não é falsa modéstia, nem baixa auto-estima (olha quem!)
De momento só me apetecem as palavras dos outros e,por estes dias, estas que não me saiem da cabeça de manhã à noite, talvez por achar que acabo por ser um livro aberto neste espaço!
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Quero-te bem.
Encosta-te a mim.
terça-feira, 12 de maio de 2009
804 - Na terra dos sonhos

Não estou com o meu "best mood"...
Serve isto para dizer que, por estes dias, me sinto cansado dos papeis que me mandam representar: Seja do professor obedientezinho, seja do cidadão que não levanta ondas, seja do que aceita tudo de bom humor, seja do que tem que ter paciência para... seja do raio que parta!
Por estes dias quero ser eu, seja eu o que for
Por estes dias quero sonhar seja o meu sonho um pesadelo
Por estes dias quero ser outro seja o outro o que eu nunca pensei em ser
Por estes dias quero partir a louça toda mesmo que não haja louça para partir
Por estes dias quero pensar a preto mesmo que a realidade seja a cores...
Por estes dias...
João P.
Maio09
Na Terra dos Sonhos
Andava eu sem ter onde cair vivo
Fui procurar abrigo nas frases estudadas do senhor doutor
Ai de mim não era nada daquilo que eu queria
Ninguém se compreendia e eu vi que a coisa ia de mal a pior
Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar
Andava eu sózinho a tremer de frio
Fui procurar calor e ternura nos braços de uma mulher
Mas esqueci-me de lhe dar também um pouco de atenção
E a minha solidão não me largou da mão nem um minuto sequer
Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar
Se queres ver o Mundo inteiro à tua altura
Tens de olhar para fora, sem esqueceres que dentro é que é o teu lugar
E se às duas por três vires que perdeste o balanço
Não penses em descanso, está ao teu alcance, tens de o reencontrar
Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar
jorge Palma
segunda-feira, 4 de junho de 2007
211 - Na terra dos sonhos

Na Terra dos Sonhos
Andava eu sem ter onde cair vivo
Fui procurar abrigo nas frases estudadas do senhor doutor
Ai de mim não era nada daquilo que eu queria
Ninguém se compreendia e eu vi que a coisa ia de mal a pior
Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar
Andava eu sózinho a tremer de frio
Fui procurar calor e ternura nos braços de uma mulher
Mas esqueci-me de lhe dar também um pouco de atenção
E a minha solidão não me largou da mão nem um minuto sequer
Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar
Se queres ver o Mundo inteiro à tua altura
Tens de olhar para fora, sem esqueceres que dentro é que é o teu lugar
E se às duas por três vires que perdeste o balanço
Não penses em descanso, está ao teu alcance, tens de o reencontrar
Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
145 - só por...
Só por existir
Só por duvidar
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar
Só por ter dois sóis
Só por hesitar
Fiz a cama na encruzilhada
E chamei casa a esse lugar
E anda sempre alguém por lá
Junto à tempestade
Onde os pés não têm chão
E as mãos perdem a razão
Só por inventar
Só por destruir
Tenho as chaves do céu e do inferno
E deixo o tempo decidir
E anda sempre alguém por lá
Junto à tempestade
Onde os pés não têm chão
E as mãos perdem a razão
Só por existir
Só por duvidar
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar
Jorge Palma
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Creio que já publiquei "isto" aqui. Não interessa! Hoje, dei de novo de caras com o vídeo e, novamente, me deliciei a vê-lo. Claro...
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Bom... narcisismo também não será... Mas com eles duram não mais que três semanas e estão tão lindos aqui no jardim que resolvi fotografa-lo...


