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domingo, 23 de junho de 2013

1580 - Notas sobre os dias que correm

1-Por estes dias um pássaro fora do comum nestes sitios (para mim, claro e para além dos pardais e melros  - dizem que é um canário da Madeira) resolveu fazer ninho nas roseiras à frente da casa. O tipo zanga-se com a gente quando lá vamos espreitar e decidimos deixá-lo em paz! Lá que ele canta bem, canta! e parece ser um pai estremoso, sempre a tomar conta de quem se aproxima do ninho.  

















2 - Sempre na lógica de olhar sempre em frente e nunca se deixar ficar no marasmo!

Acedi em participar no Duatlo organizado pelas Piscinas municipais do meu concelho. Já o tinha feito no ano passado ao participar no 1º Duatlo. Nessa altura fiquei de rastos, tal o cansaço que a participação nesta prova  me causou. Parei de correr a meio e só não fiquei em último porque alguém desistiu
Este ano achei que não devia desistir de participar (apesar de já saber ao que ia). Quando vi os participantes, confesso que desanimei! ao invés de haver um grupo de gente da minha idade, como houve no ano passado, só havia um adulto como eu e todos os restantes eram jovens como os seus 14, 15, 20 , vinte e tal anos. Imaginei-me a ficar em último!
Tal não aconteceu e fiquei em antepenúltimo! Melhorei muito o meu tempo do ano passado e nunca parei de correr apesar do calor e da vontade de parar ao fim da primeira volta!

É bom nuna desistirmos de nós próprios e de nos projetarmos sempre para novos desafios!

 (não é que me queira comparar com a malta de 20 anos. Nunca lá chegarei, mas foi bom vencer-me a mim mesmo!)

  

Desesperar Jamais

Ivan Lins

Desesperar jamais
Aprendemos muito nesses anos
Afinal de contas não tem cabimento
Entregar o jogo no primeiro tempo
Nada de correr da raia
Nada de morrer na praia
Nada! Nada! Nada de esquecer
No balanço de perdas e danos
Já tivemos muitos desenganos
Já tivemos muito que chorar
Mas agora, acho que chegou a hora
De fazer Valer o dito popular
Desesperar jamais
Cutucou por baixo, o de cima cai
Desesperar jamais
Cutucou com jeito, não levanta mais

terça-feira, 4 de junho de 2013

1573 - Sabores de junho

Há épocas para tudo.

Durante muitos anos adorei  o outono: o cheiro da terra molhada, o somo do pisar as folhas amarelas, as cores das árvores: o vermelho, amarelo, castanho, as castanhas, a roupa quente...

Nos últimos anos comecei a sentir-me muito bem com os sabores de junho: as frutas, cerejas, morangos, nêsperas; os Jacarandás e as cores da cidade.

(hoje soube-me tão bem um almoço de nêsperas oferecidas por uma empresa de telemóveis!) 

Que época prefiro? 

sábado, 21 de julho de 2012

1514 - tempo de balanço I

Este foi um ano fora do comum relativamente ao que se passou em anos recentes... Saliento os novos desafios que encontrei e que me desfocaram sobre o que não acontecia para o que acontece e está nas minhas mãos...

Muito me marcaram os gestos de carinho que amiúde fui recebendo:
deste e daquele
a propósito
disto ou daquilo,
de pequenas ou grandes vitórias,
de trabalhos em conjunto que fomos vencendo...
Foi bom, foi muito bom perceber que estávamos certos e que não perdemos o dom da simplicidade, da dádiva e da autenticidade.
Foram tão bons pequenos gestos:
a oferta de um doce,
de um queijo,
de um obrigado,
de um estou aqui!
confesso que souberam bem...

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Não posso deixar de referir o sucesso da tese! correu tudo muito bem e foi um momento muito forte neste ano. Não é que tenha dado muiiito trabalho! Deu algum, precisei de ritmo... mas aquela ideia de noitadas, fins de semana fechado em casa não correspondeu à realidade. O giro é que estava tão focado nela e na vontade de fazer um bom trabalho para marcar a minha posição que até me esqueci que "aquilo" tinha nota! Fiquei completamente desasado / confuso até quando o júri me mandou entrar de novo! Que bom! Que bom!
 
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Não posso deixar de achar graça ao facto de os meus filhos me conhecerem tão bem... Chegado hoje a casa com uma neura devida a atitudes que considero perfeitamente idiotas da parte de alguém, ponho os meus Doors em volume adequado (nem se podem ouvir os Doors sem assim ser não é?) e acabo uma das minhas últimas tarefas que me faltam para me sentir completamente em férias...
Comentário do meu rapaz para a mãe: "O que é que aconteceu hoje ao pai?" viu X?

O engraçado é que nunca partilhei com ninguém o significado que dou aos Doors, mas uso-os, de facto, em momentos em que quero fazer ruturas!  uns (e umas) cortam o cabelo ou vão às compras... Eu ouço-os em altos berros! Yeah!!!

(continua...)
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Sons Inaudíveis

Um rei mandou seu filho estudar no templo de um grande Mestre, com o objetivo de prepará-lo para ser uma grande pessoa. Quando o príncipe chegou ao templo, o Mestre o mandou sozinho para uma floresta. Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever todos os sons da floresta. Quando o príncipe retornou ao templo, após um ano, o Mestre lhe pediu para descrever todos os sons que conseguira ouvir. Então disse o príncipe:
- Mestre, pude ouvir o canto dos pássaros, o barulho das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo na grama, o zumbido das abelhas, o barulho do vento cortando os céus...
E ao terminar o seu relato, o Mestre pediu que o príncipe retornasse à floresta, para ouvir tudo o mais que fosse possível. Apesar de intrigado, o príncipe obedeceu a ordem do Mestre, pensando:
- Não entendo, eu já distingui todos os sons da floresta...
Por dias e noites ficou sozinho ouvindo, ouvindo, ouvindo... mas não conseguiu distinguir nada de novo além daquilo que havia dito ao Mestre. Porém, certa manhã, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes. E quanto mais prestava atenção, mais claros os sons se tornavam. Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. Pensou:
- Esses devem ser os sons que o Mestre queria que eu ouvisse...
E sem pressa, ficou ali ouvindo e ouvindo, pacientemente. Queria Ter certeza de que estava no caminho certo. Quando retornou ao templo, o Mestre lhe perguntou o que mais conseguira ouvir.
Paciente e respeitosamente o príncipe disse:
- Mestre, quando prestei atenção pude ouvir o inaudível som das flores se abrindo, o som do sol nascendo e aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da noite...
O Mestre sorrindo, acenou com a cabeça em sinal de aprovação, e disse:
- Ouvir o inaudível é ter a calma necessária para se tornar uma grande pessoa. Apenas quando se aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, seus medos não confessados e suas queixas silenciosas, uma pessoa pode inspirar confiança ao seu redor; entender o que está errado e atender às reais necessidades de cada um."

sábado, 23 de junho de 2012

1508 - Imaginação

"Um raciocínio lógico leva-o de A até B.
A imaginação leva-o a qualquer lugar que você quiser"

Deve ser por isso que procuro ser imaginativo e criativo. Velhas rotinas são seguras mas, não nos levam longe!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

1421 - A valor das pequenas coisas

O valor das pequenas coisas:

- Uma árvore vermelha como fogo (quanto tempo se aguentará assim?).

- Um relâmpago que caiu mesmo em cima de nós e que fez um efeito magnífico como nunca tina sentido.

- Um pequeno fez um desenho que continha toda a sua vida e energia.


- Uma música que nos fica na cabeça todo o dia e que não deixamos de cantar.


- Um texto belíssimo que encontrei aqui: " No próximo milénio o ar estará limpo de todo veneno que não venha dos medos humanos e das humanas paixões. Nas ruas, os automóveis serão esmagados pelos cães. As pessoas não serão programadas por computador, nem compradas no supermercado, nem espiadas por televisor. O televisor deixará de ser o membro mais importante da família e será tratado como o ferro de engomar ou a máquina de lavar a roupa. As pessoas trabalharão para viver, em vez de viverem para trabalhar. Será incorporado nos códigos penais o delito de estupidez, que cometem todos aqueles que vivem para ter ou para ganhar, em vez de viverem apenas para viver, como canta o pássaro sem saber que canta e como brinca a criança sem saber que brinca. Em nenhum país serão presos os jovens que se recusem a cumprir o serviço militar. Os economistas não chamarão nível de vida ao nível de consumo, nem chamarão qualidade de vida à quantidade de coisas. Os cozinheiros deixarão de considerar que as lagostas gostam de ser cosidas vivas. Os historiadores deixarão de crer que existiram países que gostaram de ser invadidos. Os políticos não acreditarão mais que os pobres adoram comer promessas. A solenidade deixará de se julgar uma virtude e ninguém tomará a sério nada que não seja capaz de assumir. A morte e o dinheiro perderão os seus poderes mágicos, e nem por disfunção ou por acaso será possível transformar o canalha em cavalheiro virtuoso. Ninguém será considerado herói ou louco só porque faz aquilo que acredita ser justo, em vez de fazer aquilo que mais lhe convém. O mundo já não se encontrará em guerra contra os pobres, mas sim contra a pobreza, e a indústria militar não terá outro caminho senão declarar a falência. A comida não será uma mercadoria, nem a comunicação um negócio, porque a comida e a comunicação são direitos humanos. Ninguém morrerá de fome porque ninguém morrerá de indigestão. As crianças de rua não serão tratadas como se fossem lixo, porque não haverá crianças de rua. Os meninos ricos não serão tratadas como se fossem dinheiro porque não existirão meninos ricos. A educação não será um privilégio apenas de quem possa pagá-la. A polícia não será a maldição daqueles que não podem comprá-la. A justiça e a liberdade, irmãs siamesas condenadas a viverem separadas, voltarão a juntar-se, bem unidas ombro com ombro. Uma mulher, negra, será presidente do Brasil e outra mulher, negra também, será presidente dos Estados Unidos da América; uma mulher índia governará a Guatemala, e outra o Peru. Na Argentina, as loucas da Praça de Maio serão um exemplo de saúde mental, porque se negaram a esquecer em tempos de amnésia obrigatória. A Santa Madre Igreja corrigirá os erros das tábuas de Moisés, e o sexto mandamento mandará festejar o corpo. A Igreja ditará também outro mandamento que havia sido esquecido: "Amarás a natureza, da qual fazes parte". E serão reflorestados os desertos do mundo e os desertos da alma.

Os desesperados serão esperados e os perdidos serão encontrados, porque eles são aqueles que desesperaram de tanto esperar e os que se perderam de tanto procurar. Seremos compatriotas e contemporâneos de todos os que tenham desejo de justiça e desejo de beleza, tenham nascido onde tenham nascido e tenham vivido quando tenham vivido, sem que importem as fronteiras do mapa e do tempo. A perfeição continuará a ser o aborrecido privilégio dos deuses, mas, neste mundo imperfeito e exaltante, cada noite será vivida como se fosse a última e cada dia como se fosse o primeiro."
Eduardo Galeano - Dez.99

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

1412- uma excente tarde...

Aqui, e já é a segunda vez em muitos anos que tomo banho na praia em Outubro (a outra foi há exactamente dois anos) e confesso que a água estava boa e transparente













 E aqui (Azeitão) sendo que o(s) gato(s) se estavam também a deliciar com um fim de tarde pachorrento, quentinho e delicioso (eram 4). Que bem que lhes (nos) sabia a preguiça!


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

1390 - Mudança de rumo III

1 - Acabaram as pinturas (UFFF!). Ao fim destes anos já só fica por pintar a cozinha e as casas de banho (temo que só de pronunciar o que não devia pronunciar a ideia se transmita por telepatia e estou desgraçado!) e ainda o escritório (que é o meu refúgio!). Nem concebo pintá-lo! só o trabalho de desarrumar milhares de livros para poder chegar às paredes desanima qualquer um...

2 - Ainda não houve muitos dias assim, mas lá chegarão!Que se lixe tudo resto!


















3 - Hora de ir a banhos e desligar...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

1374 - Pensamento positivo

Creio que já publiquei "isto" aqui. Não interessa! Hoje, dei de novo de caras com o vídeo e, novamente, me deliciei a vê-lo.

Claro que há muitos conselhos óbvios!
Claro que não há receitas 100% eficazes

Mas,
O vídeo faz sentido, ajuda a auto-estima e fez-me ver que até já faço muitas das propostas. Afinal estou vivo e recomendo-me!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

1366- pensamentos ao correr da pena II














Do tempo que não rende...
Da música que ficou no ouvido...
De ter sido motorista do meu rapaz durante todos o fim de semana (daqui para ali e dali para aqui)
Do fantástico que é voltar a rever chapeús de sol à beira Tejo, na praia do Seixal, numa fantástica tarde de sol!
Da porcaria dos arranjos que são necessários fazer na casa mas que nunca saem bem à primeira (quando será meu Deus?)
Do rapaz que nos pregou um susto pois não levou o telemóvel e nunca mais chegava a casa
Dos projectos que se iam levar a cabo em 2 dias e dos quais nada resultou como o previsto e nunca mais aprendo!

Disto tudo se faz um fim de semana
De tudo isto se poderia escrever

quarta-feira, 8 de junho de 2011

1360 - imagens















Na 5ª ao final da tarde andei por Sintra para que uns Holandeses a conhecessem.
Deu que pensar, pois perdi-me à entrada de Sintra visto que há já uma auto-estrada que desconhecia. Fiquei com a noção que há imenso tempo que lá não ia!
Que diabo! Só fechado em casa não dá

Após uma hora em Sintra (e cheguei lá pelas18h ao fim do dia de trabalho) parecia outro e pareceu que já era fim de semana.

Estas pequenas pausas são mesmos fundamentais!
Estas cores do fim da tarde são fabulosas

terça-feira, 7 de junho de 2011

1359 - Teria muito para escrever...

Confesso que teria muito para escrever sobre os acontecimentos de ontem. No entanto...

Foi tanto o que se passou
Foi tanto o que se sofreu
Foi tanta a desilusão

Que ainda não dá para fazer o balanço das perdas e ganhos

Um post ou poema revanchista não me apetece ainda
---
Há uns anos escrevia-se nas paredes: "Socialismo sim, Só ares não!" Pois

quarta-feira, 11 de maio de 2011

1340 - uff...


Bom...

Parece que é desta! Desde Março que já formatei o meu pc umas 5 vezes! Acabei de por tudo em ordem de novo!

Vamos lá ver se fica. É que à conta disto há trabalho que se vai acumulando e o humor vem por aí a baixo, mesmo a pique!

(É o que não não se ter aprovado o PEC IV!)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

1329 - Perto do mar (o resto pouco importa)



Não que os dias tenham estado bonitos e solarengos (até apanhei duas molhas daquelas que se tem que tirar a roupa toda)mas valeram alguns flashes, aqui e ali

Gostei sobrenamaneira de ouvir o barulho do mar num por do sol absolutamente fora do comum

Mar Sonoro


"Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim."
 
Sophia de Mello Breyner Andresen







segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

1264 - impressões/emoções



















Gosto das cores da minha Lisboa ao pôr do sol
Não gosto das tardes cinzentas que não me permitem ver o sol nestas fachadas e vidros

Gosto de viajar, de ler
Não gosto de viajar em stress ou com todos a darem "bitaites"

Gosto do silêncio, da solidão, sem me sentir só,
Não gosto de conviver com gente de quem não gosto ou de que "cortei"

Gosto da cor, da água, do mar, de ouvir música, de sair, de não parar, de parar, de descansar.
Não gosto de não parar, de parar, de descansar

Gosto de pintar com a mente e captar o momento
Não gosto de falta de imaginação e do igual

Gosto da complexidade da vida, das suas contradições e dos seus lados opostos.
Não gosto da complexidade da vida e das suas contradições

Gosto de ganhar e de perder
Não gosto de perder quando estou certo

Gosto de uma política justa, mesmo que me prejudique
Não gosto de demagogia nem de demagogos (que cada vez os há mais)

Gosto de partilhar com quem gosto
Não gosto de sorrir para quem não me merece

Gosto de gente honesta
Não gosto que me façam passar por parvo

Gosto de partir para outra e de desligar quando estou mesmo desiludido
Não gosto de acordar de manhã e ver que nada mudou

Gosto de conduzir sem objectivo e ouvindo música
Não gosto do previsto e acomodado

Gosto de me perder a olhar
Não gosto do feio e desleixado


Adoro a luz e cores de Lisboa

Adoro Lisboa




Madredeus

Composição: Pedro Ayres Magalhães E Fernando Júdice

Lisboa tem histórias de reis,
De mares e de selvas
Lisboa tem histórias de hotéis,
De espiões e de guerras
Lisboa tem lendas de heróis,
Princesas, donzelas
Lisboa tem lendas do cais,
Do fado e navalhas;

Lisboa tem a tradição,
Dos bairros antigos
Vinho e sardinhas no verão
à beira do rio
Lisboa tem os rés-do-chão
E as altas mansardas
E há que descer e subir
Por estreitas escadas

Adoro Lisboa,
Eu quero-lhe bem,
Gosto de ver as gaivotas nos céus de Belém.

Adoro Lisboa,
E as histórias que tem
E sei que há muita gente
Que adora também

sábado, 2 de outubro de 2010

1185 - Dar valor a um por do sol

Os dias vão ficando mais curtos... A noite aproxima-se...

Após ver o fabuloso vídeo abaixo passei a valorizar muito mais o pôr do Sol. Vou, seguramente, tomar mais atenção ao próximo e sorve-lo muito lentamente...

Menos mal! ainda nos restou isto neste país à beira mal plantado!

The Last Sun from Daniel Kuipers on Vimeo.

Duration - 4:38

A local Norwegian girl rides her dog sled to a vantage point from where she can observe the last sunset of the year, before the winter darkness reigns.

Production filmed with Canon 7D on location in Northern Norway. Tromsø area. Dogs and dogsled provided by Tromsø Villmarkssenter.

Aurora timelapse with Canon 16-35 f/2.8 L USM.
F2.8, shutter 5 sec., ISO 800. temperature -20'C :-)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

967 - Pontos de vista



Desde el punto de vista del sur, el verano del norte es invierno.
Desde el punto de vista de una lombriz, un plato de espaguetis es una orgía.
Donde los hindúes ven una vaca sagrada, otros ven una gran hamburguesa.
Desde el punto de vista de Hipocrates, Galeno, Maimonides y Paracelso,
existía una enfermedad llamada indigestión, pero no existía una enfermedad llamada hambre.
Desde el punto de vista de sus vecinos del pueblo de Cardona, el Toto Zaugg, que andaba con la misma ropa en verano y en invierno, era un hombre admirable:
-El Toto nunca tiene frío -decían.
El no decía nada. Frío tenia, pero no tenia abrigo.
Desde el punto de vista del búho, del murciélago, del bohemio y del ladrón, el crepúsculo es la hora del desayuno.
La lluvia es una maldición para el turista y una buena noticia para el campesino.
Desde el punto de vista del nativo, el pintoresco es el turista.
Desde el punto de vista de los indios de las islas del mar Caribe, Cristóbal Colon, con su sombrero de plumas y su capa de terciopelo rojo, era un papagayo de dimensiones jamás vistas.
Desde el punto de vista del oriente del mundo, el día del occidente es noche.
En la India, quienes llevan luto visten de blanco.
En la Europa antigua, el negro, color de la tierra fecunda, era el color de la vida, y el blanco, color de los huesos, era el color de la muerte.

Según los viejos sabios de la región colombiana del Choco, Adán y Eva eran negros y negros eran sus hijos Cain y Abel. Cuando Cain mato a su hermano de un garrotazo, tronaron las iras de Dios. Ante las furias del señor, el asesino palideció de culpa y miedo, y tanto palideció que blanco quedo hasta el fin de sus días. Los blancos somos, todos, hijos de Cain.

Si Eva hubiera escrito el Génesis, ?como seria la primera noche de amor del genero humano? Eva hubiera empezado por aclarar que ella no nació de ninguna costilla, ni conoció a ninguna serpiente, ni ofreció manzanas a nadie, y que Dios nunca le dijo que parirás con dolor y tu marido te dominara. Que todas esas son puras mentiras que Adán contó a la prensa.

Si las Santas Apostolas hubieran escrito los Evangelios, ¿como seria la primera noche de la era cristiana?

San José, contarían las Apostalas, estaba de mal humor. El era el único que tenia cara larga en aquel pesebre donde el niño Jesús, recién nacido, resplandecía en su cuna de paja. Todos sonreían: la Virgen María, los angelitos, los pastores, las ovejas, el buey, el asno, los magos venidos del Oriente y la estrella que los había conducido hasta Belén de Judea.

Todos sonreían, menos uno. San José, sombrío, murmuro:

-Yo quería una nena.

En la selva, ¿llaman ley de la ciudad a la costumbre de devorar al mas débil?

Desde el punto de vista de un pueblo enfermo, ¿que significa la moneda sana?

La venta de armas es una buena noticia para la economía, pero no es tan buena para sus difuntos.

Desde el punto de vista del presidente Fujimori, esta muy bien asaltar al Poder Legislativo y al Poder Judicial, delitos que fueron premiados con su reelección, pero esta muy mal asaltar una embajada, delito que fue castigado con una aplaudida carnicería.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

943 - Dia de aprendizagem




Hoje foi um dia de aprendizagem e de sensibilização para a protecção da Natureza e sustentabilidade do planeta terra.

Fomos de visita ao Oceanário e Museu do Conhecimento.
É de louvar a acção dos serviços educativos do Oceanário que têm sessões muito interessantes e bem pensadas com o objectivo de sensibilizar as novas gerações para a necessidade de adopção de atitudes que possam levar à sobrevivência do nosso planeta.

Foi um dia cheio de mensagens fortes e de grande aprendizagem sobre "sustentabilidade de planeta" e "diversidade das espécies". De facto, os miúdos de hoje já nada têm a ver com os miúdos de há 10 anos atrás

P.S.1 - É engraçado que só os dicionários de 2009 tenham a definição da palavra "sustentabilidade"

P.S.2 - Os miúdos portaram-me muito bem!

Agradecer e Abraçar
Maria Bethânia
Composição: Gerônimo / Vevé Calazans
Abraçei o mar na lua cheia
Abraçei o mar
Abraçei o mar na lua cheia
Abraçei o mar
Escolhi melhor os pensamentos, pensei
Abraçei o mar
É festa no céu é lua cheia, sonhei
Abraçei o mar
E na hora marcada
Dona alvorada chegou para se banhar
E nada pediu, cantou pra o mar (e nada pediu)
Conversou com mar (e nada pediu)
E o dia sorriu...
Uma dúzia de rosas, cheiro de alfazema
Presente eu fui levar
E nada pedi, entreguei ao mar (e nada pedi)
Me molhei no mar (e nada pedi) só agradeci

quinta-feira, 21 de maio de 2009

815 - A cultura da participação

Ontem tive, mais uma vez, o privilégio de ouvir os sinais, da TSF, da responsabilidade de Fernando Alves.

Falava-se da Junta de Freguesia de Carnide e de um exemplo de auscultação popular

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1238350

É por saber que é possivel uma outra forma de viver a democracia que me desgosta esta pseudo-democracia em que vivemos.

Junta de Freguesia de Carnide ao poder JÁ! e não me venham dizer que a democracia a que temos direito é esta do Sócrates. É que as mãos que fazem a guerra também são as mãos que fazem a paz. É apenas uma questão de opção!


As mãos
Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

Manuel Alegre

1908 (da consciência da existir) - 25 anos de trabalho em bibliotecas

Faz hoje, dia 1 de setembro, 25 anos que comecei a trabalhar no mundo das bibliotecas escolares. Tudo começou a 1 de setembro de 2001, por a...