Ontem dei uma aula gira! (felizmente que, de vez em quando surgem/damos/acontecem aulas que nos "enchem as medidas")
Tinha uma aula pensada e "a coisa" até tinha começado mal pois uns dos putos começou logo a dizer que já sabia tudo sobre o que lhes ia falar!
Bom, não sei a que propósito lhe peço para abrir o livro e eis que estes deparam com a figura de Anne Frank. Um deles faz-me uma pergunta qualquer sobre ela (acho que foi sobre a sua vida...) e a conversa deriva para os campos de concentração nazis. Falo-lhes do que as pessoas passavam e do profundo desrespeito pela vida humana que os nazis tinham. Para estes haviam os de primeira e os animais, sendo que, entre estes, se encontravam os ciganos, homossexuais, judeus, ... fiz-lhes ver que este tipo de lógica é profundamente arriscado e que corremos o risco de entrar em becos sem saída quando achamos, por nossa iniciativa, que uns merecem viver e outros morrer.
Falei-lhes da desumanidade das seleções nos campos e até da questão de não se darem colheres de sopa aos que estavam nos campos de concentração de modo a que estes se sentissem mesmo animais e comessem como eles...Na próxima aula levo-lhe um dos relatos do Primo Levi...
Fiz-lhes ver ainda que isto não foi uma época. há bem pouco tempo, na ex-jugoslávia tal voltou a acontecer...
Depois a conversa derivou para a Anne Frank e o anexo. Falei-lhes da emoção que foi já ter estado nessa casa e fomos à net ver vídeos do anexo. ficámos de trazer na próxima aula o diário...
Bom... não tinha sido nada disto que planeei para a aula, mas vi-os mesmo interessados na aula, coisa que já não acontecia há uns largos dias!
É de intuições e de flexibilidade que se faz a vida de um professor
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quinta-feira, 8 de março de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
1457 - É tão bom ver os meninos a aprender...
Ontem tive um dia intenso com visitas a algumas bibliotecas. Cheguei ao fim muito cansado mas adorei o que vi. A biblioteca da "ciência" com a incubadora dos pintos, estes acabados de nascer, os livros, o entusiasmo dos meninos ao ver os pintainhos com horas de vida, ...
(a baía do seixal ao entardecer que é tão mágica naqueles 5/10 minutos de reflexos de ouro no rio e nas janelas de guilhotina...)
(a baía do seixal ao entardecer que é tão mágica naqueles 5/10 minutos de reflexos de ouro no rio e nas janelas de guilhotina...)
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
1450 - Uma "viagem" a outros tempos
Ontem visitei uma escola do 1º ciclo!
Pois, um galinheiro! os ovos são incubados na biblioteca através de uma incubadora elétrica sendo que os alunos podem acompanhar todo o processo e podem investigar a vida das galinhas e dos pintos.
Depois os pintos vão para o galinheiro e o meninos também investigam qual será a alimentação melhor para as galinhas...
Depois há também uma pequena horta de qual os alunos cuidam.
confesso que adorei e percepcionei que há já muitos anos que não entrava num galinheiro e não sentia o "cheiro" de galinhas...
Imagine-se o que se passa com estas novas e sucessivas gerações...
Bendita escola que permite que os alunos aprendam sem ser apenas teorias, teorias, teorias... Deve ser mesmo chato ser aluno em determinadas escolas em que nada acontece!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
1403 - primeira aula do ano
Primeira aula deste ano lectivo...
Uma turma de 7º ano com um grande grupo de rapazes... Os putos estão agitados e há umas conversas paralelas...
Vi aquilo mal parado para lhes falar um pouco de mim e do que vão aprender...
Lembrei-me de lhes falar de que podíamos fazer um blogue e começámos logo a pensar num primeiro texto. Passados poucos minutos os putos estavam conquistados e a trabalhar no primeiro post!
Bendita experiência de já 24 anos de ensino que nos permite ter estratégias que motivam e controlam uma aula sem que seja necessário algum autoritarismo que não leva a nada e que eles estão à espera
Vamos ao trabalho. Não há uma segunda oportunidade para uma primeira impressão
---
Texto retirado daqui:
Uma turma de 7º ano com um grande grupo de rapazes... Os putos estão agitados e há umas conversas paralelas...
Vi aquilo mal parado para lhes falar um pouco de mim e do que vão aprender...
Lembrei-me de lhes falar de que podíamos fazer um blogue e começámos logo a pensar num primeiro texto. Passados poucos minutos os putos estavam conquistados e a trabalhar no primeiro post!
Bendita experiência de já 24 anos de ensino que nos permite ter estratégias que motivam e controlam uma aula sem que seja necessário algum autoritarismo que não leva a nada e que eles estão à espera
Vamos ao trabalho. Não há uma segunda oportunidade para uma primeira impressão
---
Texto retirado daqui:
Faz a diferença!
Era uma vez um escritor que morava numa tranquila praia, próxima de uma colónia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa a escrever.
Certo dia, caminhando pela praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto do vulto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta na água.
– Porque fazes isso? – perguntou o escritor.
– Não está a ver? – explicou o jovem – A maré está baixa e o Sol está muito quente. Elas vão secar e morrer se ficarem aqui na areia.
O escritor espantou-se:
– Meu jovem, existem milhares de quilómetros de praias por todo o mundo e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Jogas umas poucas no mar. A maioria vai morrer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta na água e olhou para o escritor.
– Sim, mas para esta eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever. Pela manhã, voltou à praia, uniu-se ao jovem e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Rangel, Alexandre (Org.) (2002). As mais belas parábolas de todos os tempos, vol.1, pág.97. Editora Leitura.
Certo dia, caminhando pela praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto do vulto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta na água.
– Porque fazes isso? – perguntou o escritor.
– Não está a ver? – explicou o jovem – A maré está baixa e o Sol está muito quente. Elas vão secar e morrer se ficarem aqui na areia.
O escritor espantou-se:– Meu jovem, existem milhares de quilómetros de praias por todo o mundo e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Jogas umas poucas no mar. A maioria vai morrer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta na água e olhou para o escritor.
– Sim, mas para esta eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever. Pela manhã, voltou à praia, uniu-se ao jovem e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Rangel, Alexandre (Org.) (2002). As mais belas parábolas de todos os tempos, vol.1, pág.97. Editora Leitura.
Tal como nesta estória, faço votos que cada um dos professores consiga fazer a diferença na vida dos seus alunos.
Desejo-vos um excelente ano letivo, repleto de realizações pessoais e profissionais.
Faz a diferença!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
1288 - Dia(s) de sol

O dia de hoje foi bem bonito e soalheiro
Acto 1 - A amendoeira gostou da mudança (para o lugar do damasqueiro que se partiu na invernia) e pela primeira vez (é o terceiro Inverno que passa) teve uma flor! vou ter UMA amêndoa! Boa!!!!
Acto 2 - Dia de sol quentinho! calor, conforto, bem estar! excelente! Adeus dias cinzentos e depressivos
Acto 3 - Na escola - Um rancho de pequenas quer entrar na sala de professores. Uma delas quer comprar bolachas na máquina da nossa sala. Proíbo-a! não que ache que esse é um lugar interdito ou que não fosse possível lá entrar para matar a fome. Foi a atitude em si... elas achavam tudo normal. Todo o espaço poderia ser delas. Não havia interditos!
Foi essa a minha intenção. Fazer-lhes perceber que não se tem todo o mundo ao alcance da mão e que tudo é possível e realizável. Cada um de nós tem de aprender os seus limites físicos e mentais sob pena de não conseguir gerir o seu espaço interior.
Apenas lhes disse que não. O acesso seria para quando crescessem e chegassem a professoras. Estudassem que alcançariam.
Gosto de perceber a escoa como lugar educativo. Há o lugar dos alunos e dos adultos. Cada um tem um papel a desempenhar. Eu posso ser muito próximo deles, mas não me posso esquecer que eu sou o educador e o adulto e logo eu que até passo as aulas a tocar-lhes e a ser afectuoso.
Há um espaço para o 1º ciclo que é deles. eles têm que perceber que crescem e poderão ter acesso ao lugar dos mais crescidos (2º e 3º Ciclo). Crescem e poderão ter acesso ao mundo dos professores
(pausa para me lembrar do espanto de uma miúda há muitos anos atrás, no início da minha carreira, em que ao ver e ouvir, numa visita de estudo, os professores a cantar e dançar, dizia que: Se não fossem tão crescidos parecia serem como nós!)
Ser educador é fazer-lhes perceber que têm que por limites à sua forma de estar. Não poder ter tudo aqui e agora, sob pena de serem uns eternos frustrados. (benditas as horas que passo a ler o João dos Santos)
Acto 4 - na escola e na sala de professores - A malta desabafa e descomprime. Fala-se de sol, de férias, do maldito Carnaval que nunca mais chega, planificam-se actividades para o dia de... descansa-se... E o sol que vem lá de fora tão quentinho... e eu reparo que há anos que partilho este espaço com muitos dos colegas e que estamos todos mais maduros e melhores como professores e pessoas! mais tolerantes, mais experientes, ... Ah sim, nos outros países já tinham havido dias de pausa para ganhar energias... pois... ainda falta uma semana e meia para o carnaval? eh...
Acto 5- Os miúdos estiverem bem e colaboraram. Que lindo foi ouvir a explicação que já não sei reproduzir, que uma das minhas alunas deu à frase: "quando um velho morre é uma biblioteca que arde"
Há dias de sol! (há horas de sorte!)
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
1176 - Primeiras aulas...
O tempo foi passando e acabei por não registar as minhas impressões sobre o ano lectivo anterior. Hoje, as reencontrar alunos do ano passado, senti a necessidade de fazer o relato.
No ano passado tive alguns desafios que superei:
a) no primeiro dia de aulas tive um "puto" que fazia voz de "Roberto" e com uma caneta (a fazer de mimo) dizia que não gostava de estar ali. Fiquei logo "passado"... Foi uma "luta" fazê-lo compreender que todos na vida fazem coisas que não gostam. É mesmo assim a condição humana. Há até acções deste tipo que o engrandecem e dignificam. Lutei, dei exemplos meus e lá para depois do Natal já o tinha "dominado"
b) tive outro, que é meu aluno ainda, que a meio de uma aula me interrompe e pergunta:
- Oh professor, o professor já é avô?
Confesso que, a princípio nem entendi!, mas depois lá respondi:
- não, tenho apenas sobrinhos!
Responde ele:
- Ah! é que o professor tem o cabelo tão braaaanco...
Para além da auto-imagem abalada, percebi que tinha o aluno afectivamente ligado a mim! que bom!
c) hoje tive um, que não me conhecia de lado nenhum, que quando estive ao pé dele me segredou:
- Oh professor, a minha mãe sai hoje do Hospital!
Fiquei sem saber o que lhe dizer... Perguntei-lhe o motivo, mas já nem me recordo da resposta. Sei que lá esteve uma semana e que saia hoje.
Ele estava ansioso e olhava para o relógio...
Sei que terminei dizendo que, nos primeiros tempos, não deveria enervar a mão, sendo que ele me respondeu que lhe faria todas as vontades e colaboraria em casa!
Tocante
Mas que faz ter sentido a profissão e opção que fiz
No ano passado tive alguns desafios que superei:
a) no primeiro dia de aulas tive um "puto" que fazia voz de "Roberto" e com uma caneta (a fazer de mimo) dizia que não gostava de estar ali. Fiquei logo "passado"... Foi uma "luta" fazê-lo compreender que todos na vida fazem coisas que não gostam. É mesmo assim a condição humana. Há até acções deste tipo que o engrandecem e dignificam. Lutei, dei exemplos meus e lá para depois do Natal já o tinha "dominado"
b) tive outro, que é meu aluno ainda, que a meio de uma aula me interrompe e pergunta:
- Oh professor, o professor já é avô?
Confesso que, a princípio nem entendi!, mas depois lá respondi:
- não, tenho apenas sobrinhos!
Responde ele:
- Ah! é que o professor tem o cabelo tão braaaanco...
Para além da auto-imagem abalada, percebi que tinha o aluno afectivamente ligado a mim! que bom!
c) hoje tive um, que não me conhecia de lado nenhum, que quando estive ao pé dele me segredou:
- Oh professor, a minha mãe sai hoje do Hospital!
Fiquei sem saber o que lhe dizer... Perguntei-lhe o motivo, mas já nem me recordo da resposta. Sei que lá esteve uma semana e que saia hoje.
Ele estava ansioso e olhava para o relógio...
Sei que terminei dizendo que, nos primeiros tempos, não deveria enervar a mão, sendo que ele me respondeu que lhe faria todas as vontades e colaboraria em casa!
Tocante
Mas que faz ter sentido a profissão e opção que fiz
quarta-feira, 23 de junho de 2010
1135 - Final de ano lectivo
Todos os anos é a mesma coisa, embora ache que este ano é pior.
Mal terminam as aulas surgem uma avalanche de tarefas para realizar que até assusta só de pensar (e serão todas necessárias meu Deus?)
- Relatórios,
- Reuniões de Conselhos de Turma,
- Conselhos pedagógicos,
- Formação,
- Reuniões,
- Papéis
- Prazos
- ...
Confesso andar sem tempo para nada, nem para pensar um pouco. Cada dia é apenas um pensar nas tarefas do dia seguinte e na necessidade de as cumprir e não falhar nenhuma importante
Escrevo num papelucho algumas das urgentes para não me esquecer. Risco uma e logo surgem mais duas...
Poesia?
Escrita?
Leituras?
Jardim?
Só aos domingos e é para não ficar com má consciência de não ligar nenhuma aos que me são próximos
Bom, quem me lesse parecia que até aqui nada era feito... Não é bem assim, o que releva aqui é que havia horários pré-estabelecidos e sabia com o que contar para a semana. Por estes dias há dead-lines e a obrigação de não falhar
E o sentido das coisas? esse é, decerto o de não terem sentido que também é um sentido. Que mania!
Bolas que até me esqueci do verão. Parece que nem para o visível há tempo
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta
Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta,
Em que as coisas têm toda a realidade que podem ter,
Pergunto a mim próprio devagar
Porque sequer atribuo eu
Beleza às coisas.
Uma flor acaso tem beleza?
Tem beleza acaso um fruto?
Não: têm cor e forma
E existência apenas.
A beleza é o nome de qualquer coisa que não existe
Que eu dou às coisas em troca do agrado que me dão.
Não significa nada.
Então porque digo eu das coisas: são belas?
Sim, mesmo a mim, que vivo só de viver,
Invisíveis, vêm ter comigo as mentiras dos homens
Perante as coisas,
Perante as coisas que simplesmente existem.
Que difícil ser próprio e não ser senão o visível!
Alberto Caeiro
quinta-feira, 17 de junho de 2010
1129 - Últimos dias de aulas


Estamos mesmo no fim do ano lectivo... Os alunos e professores almoçam em conjunto e os miúdos preparam um texto e oferecem um caderno embelezado à D.T.
No fim, comovido, digo-lhes qualquer coisa que não consigo reproduzir mas que tinha esta ideia: "São estes momentos que nos fazem sentir que vale a pena ser professor e ter abraçado esta profissão. Obrigado"
Fica aqui o texto dito por eles
Almoço final de ano
28Conhecemos os nossos professores
Eles são os nossos saberes e sabores
É com eles que aprendemos
E conhecemos
27Obrigado por fazerem da aprendizagem,não um trabalho, mas um contentamento.
Por fazerem com que nos sentíssemos pessoas de valor; por nos ajudarem a descobrir o que fazer de melhor e assim, fazê-lo cada vez melhor.
Obrigado por afastarem o medo das coisas que pudéssemos não compreender; levando-nos, por fim, a compreendê-las...Por resolverem o que achávamos complicados...
Por serem pessoas dignas de nossa total confiança e a quem podemos recorrer quando a vida se mostrar difícil...
Obrigado por nos convencerem de que éramos melhores do que suspeitávamos.
21Obrigada por me terem ajudado a ultrapassar todas as dificuldades que senti ao longo do ano. Tiveram um papel muito importante na minha vida!
25 Vocês ensinaram-me muitas coisas(inglês, a escrever sem erros, matemática a fazer cálculos, HGP, a história do nosso país e muito mais) sem vocês não sei o que seria. foram severos(as) comigo quando foi preciso, mas hoje, para vos agradecer estamos juntos neste delicioso almoço!
24" Obrigada por tudo o que fizeram por nós. Foram todos vocês que nos ensinaram muita coisa"
7Obrigada pelas vossas colaborações durante o ano lectivo.
Aprendi muito com o ensino que me proporcionaram
23 Quando nos ensinavam , era com prazer e nós ouvíamos, por vezes distraídos
4Neste ano aprendi muitos novos conhecimentos e conheci novos professores e amigos.
Cresci um pouco e vivi emoções fantásticas não só com os amigos mas também com os professores.
Rimos, trabalhámos e sorrimos todos juntos
Queria agradecer a todos os professores por terem puxado por mim e passarem horas de muito trabalho só para nos darem uma aula em várias.
Foi o fim do ano lectivo e estou muito contente por estar ainda uns momentos convosco e ainda continuar a vê – los para o ano.
6Os meus professores
Que muito amei,
Ensinaram-me tanto
Do que agora eu sei!
22 Nestes períodos
Estivemos a aprender
Com estes professores
Tornámo-nos crianças a valer!
Brincadeira
É o que não falta,
No intervalo
Estamos na ribalta
Nas aulas
Aprendemos coisas importantes
Tivemos que estudar muito,
Não era como antes!!!
10Matemática e Português
São as disciplinas mais importantes,
Mas é na de Inglês
Que os meus progressos são constantes.
Agora que vamos de férias
Partimos para a brincadeira
Para estarmos uns com os outros
Havemos de arranjar maneira
1Mas ,com tudo isto, queremos dizer que foram muito importantes para nós neste ano lectivo , ensinaram-nos, repreenderam-nos, enfim marcaram-nos na nossa vida …
É por isso , que não há outra palavra para vos dizer sem ser um grande OBRIGADA .
16 de Junho de 2010
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1908 (da consciência da existir) - 25 anos de trabalho em bibliotecas
Faz hoje, dia 1 de setembro, 25 anos que comecei a trabalhar no mundo das bibliotecas escolares. Tudo começou a 1 de setembro de 2001, por a...
-
Mais outro livro que se lê num só fôlego tal a forma como nos embrenhamos nela (até ia ficando fechado no metro, na última estação, por não ...
-
Creio que já publiquei "isto" aqui. Não interessa! Hoje, dei de novo de caras com o vídeo e, novamente, me deliciei a vê-lo. Claro...
-
Bom... narcisismo também não será... Mas com eles duram não mais que três semanas e estão tão lindos aqui no jardim que resolvi fotografa-lo...
