É como diz o outro: Está tudo lá, para quê mais palavras? as palavras devem ser usadas com parcimónia.
(isto ontem não me saía da cabeça)
Caxangá
Milton Nascimento
Sempre no coração, haja o que houver
A fome de um dia poder
Morder a carne desta mulher
Veja bem meu patrão como pode ser bom
Você trabalharia no sol
E eu tomando banho de mar
Luto para viver, vivo para morrer
Enquanto minha morte não vem
Eu vivo de brigar contra o rei
Em volta do fogo todo mundo abrindo o jogo
Conta o que tem pra contar
Casos e desejos, coisas dessa vida e da outra
Mas nada de assustar
Quem não é sincero sai da brincadeira correndo
Pois pode se queimar
Saio do trabalho, ei
Volto para casa, ei
Não lembro de canseira maior
Em tudo é o mesmo suor
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
1905 - (da consciência de existir) O uso do telemóvel e a perda da experiência ao vivo
Há u m gesto que se tornou quase inevitável em qualquer espetáculo ao vivo: o erguer do telemóvel. No caso de um concerto em sala de espet...
-
Mais outro livro que se lê num só fôlego tal a forma como nos embrenhamos nela (até ia ficando fechado no metro, na última estação, por não ...
-
Sempre que acabo as aulas e chego a Julho (embora ainda me faltem uns dias cheios de trabalho antes de entrar de férias), dá-me uma vontade ...
-
Creio que já publiquei "isto" aqui. Não interessa! Hoje, dei de novo de caras com o vídeo e, novamente, me deliciei a vê-lo. Claro...
Acreditas que não conhecia esta cantiga?
ResponderEliminarImperdoável...
Obrigada, João.
Beijinho.
E é mesmo Maria:
ResponderEliminarE esta interpretação é mesmo única. A alegria da Elis é contagiante (na altura estava grávida da Maria Rita...)
Beijo
João