domingo, 5 de junho de 2011

1358 - com dedicatória a umas certas pessoas...

Com dedicatória a umas certas pessoas que eu  conheço e que sabem tudo e tudo sabem sobre tudo e sobre coisa nenhuma e parece que quando Deus distribuiu a ciência e sabedoria apanhou toda a população de férias e só sobraram eles...













"Ainda que eu fale as línguas dos homens
e dos anjos, se não tiver amor,
serei como o bronze que soa ou como
o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o Dom de profetizar
e conheça todos os mistérios e toda a ciência,
ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto
de transportar montanhas,
se não tiver amor, nada serei.

E ainda que eu distribua todos os
meus bens entre os pobres
e ainda que entregue o meu próprio
corpo para ser queimado,
se não tiver amor,
nada disso me aproveitará.

O amor é paciente, é benigno,
O amor não arde em ciúmes,
não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvinientemente,
não procura os seus interesses,
não se exaspera,
não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça,
mas regozija-se com a verdade.
tudo sofre, tudo crê, tudo espera,
tudo suporta.

O amor jamais acaba.
Mas, havendo profecias, desaparecerão;
havendo línguas, cessarão;
havendo ciência, passará.
Porque em parte conhecemos,
e em parte profetizamos.
Quando, porém, vier o que é perfeito,
o que então é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como um
menino, sentia como um menino.
Quando cheguei a ser homem,
desisti das coisas próprias de menino.
Porque agora vemos como em espelho,
obscuramente, e então veremos face a face;
agora conheço em parte e então,
conhecerei como sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a Fé,
a Esperança e o Amor.
Estes três.
Porém, o maior deles, é o Amor.”


(Paulo: 1ª Carta aos Coríntios, 13)

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