domingo, 16 de setembro de 2012
1529 - Nada me han enseñado los años
Cantado por Chavela Vargas, cantora mexicana de origem costa-riquenha e que omrreu em Agosto de 2012 aos 93 anos. Title: El último trago Composer/Artist: José Alfredo Jiménez Tómate esta botella conmigo y en el último trago nos vamos; quiero ver a qué sabe tu olvido, sin poner en mis ojos tus manos. Esta noche te vas de deveras. Qué dificil tener que dejarte, sin que sientas que ya no me quieres. Nada me han enseñado los años, siempre caigo en los mismos errores; otra vez a brindar con extraños y a llorar por los mismos dolores. Tómate ésta botella conmigo y en el último trago me besas; esperamos que no haya testigos, por si acaso te diera verguenza. Si algún día sin querer tropezamos, no te agaches ni me hables de frente, simplemente la mano nos damos y despúes que murmure la gente. Nada me han enseñado los años... Tomate esta botella conmingo Y en el último trago nos vamos.
sábado, 15 de setembro de 2012
1527 - Quem cala consente!
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
1526 - Início de ano letivo
Este início de ano letivo está a ser duro: todos têm a sensibilidade à flor da pele; todos se sentem lesados; o colega é visto como um concorrente; o governo não ajuda; a crise também não; a multiplicidade de tarefas que é necessário cumprir é de loucos, os horários são intensos...
Assim é duro!
confesso-me no meio da tempestade (e já sem a certeza de um rumo...)
Riders on the storm
Riders on the storm
Into this house we're born
Into this world we're thrown
Like a dog without a bone
An actor out alone
Riders on the storm
There's a killer on the road
His brain is squirmin' like a toad
Take a long holiday
Let your children play
If ya give this man a ride
Sweet memory will die
Killer on the road, yeah
Girl ya gotta love your man
Girl ya gotta love your man
Take him by the hand
Make him understand
The world on you depends
Our life will never end
Gotta love your man, yeah
Yeah!
Riders on the storm
Riders on the storm
Into this house we're born
Into this world we're thrown
Like a dog without a bone
An actor out alone
Riders on the storm
Riders on the storm
Riders on the storm
Riders on the storm
Riders on the storm
Riders on the storm
Assim é duro!
confesso-me no meio da tempestade (e já sem a certeza de um rumo...)
Riders on the storm
Riders on the storm
Into this house we're born
Into this world we're thrown
Like a dog without a bone
An actor out alone
Riders on the storm
There's a killer on the road
His brain is squirmin' like a toad
Take a long holiday
Let your children play
If ya give this man a ride
Sweet memory will die
Killer on the road, yeah
Girl ya gotta love your man
Girl ya gotta love your man
Take him by the hand
Make him understand
The world on you depends
Our life will never end
Gotta love your man, yeah
Yeah!
Riders on the storm
Riders on the storm
Into this house we're born
Into this world we're thrown
Like a dog without a bone
An actor out alone
Riders on the storm
Riders on the storm
Riders on the storm
Riders on the storm
Riders on the storm
Riders on the storm
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
1523 - Sentimentos contraditórios
Esta semana tem sido rica de sentimentos contraditórios com os quais acho que nunca aprenderei a lidar! Mexem demasiado comigo
Ontem: Senti-me transparente.
X chegou sorridente vinda de férias e comprimentou y efusivamente.Ao pé de y estava eu. Nem uma palavra, nem um olhar.
Posder-se.ia dizer que foi distração. Talvez! mas os talvez acontecem demasiadas vezes e em demasuiadas circunstâncias sempre com as mesmas pessoas!
Fico a ferver por dentro! Não é que me interesse a sua amizade, mas transparenrte é que não sou!
Hoje: muito bem tratado
Até fico embaraçado! convidado para falar num encontro ao pé da Régua, sou tratado com todos os requintes e "comme if faut" usando a nossa arte de bem receber que tanto aprecio e que me prezo de o fazer para outros.
Que bem me faz e que bem me sabe! Retribuirei logo que possa! valeu a pena o sacrifício da tese!
E que lindo é viajar de comboio e ter tempo para ler e ver a paisagem!
Que bem seria a vida se existisse apenas o meio termo! teríamos tudo mais facilitado e menos depressões
Ontem: Senti-me transparente.
X chegou sorridente vinda de férias e comprimentou y efusivamente.Ao pé de y estava eu. Nem uma palavra, nem um olhar.
Posder-se.ia dizer que foi distração. Talvez! mas os talvez acontecem demasiadas vezes e em demasuiadas circunstâncias sempre com as mesmas pessoas!
Fico a ferver por dentro! Não é que me interesse a sua amizade, mas transparenrte é que não sou!
Hoje: muito bem tratado
Até fico embaraçado! convidado para falar num encontro ao pé da Régua, sou tratado com todos os requintes e "comme if faut" usando a nossa arte de bem receber que tanto aprecio e que me prezo de o fazer para outros.
Que bem me faz e que bem me sabe! Retribuirei logo que possa! valeu a pena o sacrifício da tese!
E que lindo é viajar de comboio e ter tempo para ler e ver a paisagem!
Que bem seria a vida se existisse apenas o meio termo! teríamos tudo mais facilitado e menos depressões
domingo, 2 de setembro de 2012
Leituras de férias III
Tenho um "fraquinho" por História e não há verão em que não aproveite para ler algo relacionado com a temática.
Uma das obras que li foi esta e de acordo com a sinopse do livro "As Invasões Francesas e a Corte no Brasil é uma obra de divulgação sobre o período da História em que Portugal foi invadido pelos exércitos de Napoleão e a corte portuguesa retirou para o Brasil por ser a única maneira de assegurar a independência do país. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese sobre os principais acontecimentos dos reinados de D. Maria I e D. João VI, que é também uma chave para entender este período da nossa História."
Confesso que gostei bastante e imagino que se fosse professor de História haveria de usar muito estas obras da Isabel Alçada e da Ana Maria Magalhães. Estou mesmo convencido que, quando a poeira politica e algumas invejas caseiras assentarem muito se valorizará todo o excelente trabalho de divulgação da nossa História que estas autoras fazem (lembremo-nos que a geração dos alunos pós 25 de Abril teve (tem) algumas lacunas que as contingências políticas assim obrigaram. Estes livros já são capazes de nos oferecer um olhar mais desapaixonado sobre os temas da nossa História.
Deste livro gostei especialmente do relato da viagem e estadia do nosso D. João VI e família real no Brasil. Imagine-se o espanto no mundo Europeu ao ver um monarca a viver, pela primeira vez na história da humanidade, noutro continente. Imagine-se o que sentiram os portugueses e espanhóis que por lá viviam a mudar de estatuto e a ter um corte residente!
Uma das obras que li foi esta e de acordo com a sinopse do livro "As Invasões Francesas e a Corte no Brasil é uma obra de divulgação sobre o período da História em que Portugal foi invadido pelos exércitos de Napoleão e a corte portuguesa retirou para o Brasil por ser a única maneira de assegurar a independência do país. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese sobre os principais acontecimentos dos reinados de D. Maria I e D. João VI, que é também uma chave para entender este período da nossa História."
Confesso que gostei bastante e imagino que se fosse professor de História haveria de usar muito estas obras da Isabel Alçada e da Ana Maria Magalhães. Estou mesmo convencido que, quando a poeira politica e algumas invejas caseiras assentarem muito se valorizará todo o excelente trabalho de divulgação da nossa História que estas autoras fazem (lembremo-nos que a geração dos alunos pós 25 de Abril teve (tem) algumas lacunas que as contingências políticas assim obrigaram. Estes livros já são capazes de nos oferecer um olhar mais desapaixonado sobre os temas da nossa História.
Deste livro gostei especialmente do relato da viagem e estadia do nosso D. João VI e família real no Brasil. Imagine-se o espanto no mundo Europeu ao ver um monarca a viver, pela primeira vez na história da humanidade, noutro continente. Imagine-se o que sentiram os portugueses e espanhóis que por lá viviam a mudar de estatuto e a ter um corte residente!
sábado, 1 de setembro de 2012
Ler... para ajudar a ler
Ninguém tem dúvida de que a escolha de uma boa leitura é algo que a experiência melhora. Durante, estas férias de verão dei por mim com saudades das minhas aulas de Português, de algo que nunca mais terei que eram uns saudosos 45 minutos de Estudo Acompanhado dedicados à leitura. 45 minutos que, em 2006 começaram assim e, em 2011, eram assim, numa área que o contrato de autonomia da Escola nos permitiu chamar "Projetos de Leitura". E dou por mim, que sou conhecida pelo meu olhar positivo sobre o Mundo, a sentir muito, mas mesmo muito, receio pela forma como, em Portugal, se está a hipotecar a Educação. Mas pronto, também estou certa que o trabalho que iniciámos aqui vai continuar a dar os seus frutos. Um trabalho que, de forma global, o nosso João estudou e já está publicado.Voltando ao tema, dei por mim, este verão, enquanto procurava mais um volume do Carlos Ruiz Zafón, não a trazer para casa aquele que queria ler mas um que, de forma mais leve, serviria para mim e, talvez para os meus alunos. E assim foi. Devorei lentamente "O Príncipe da neblina" e imaginei que os meus alunos de 3º ciclo iriam gostar muito também. Imaginei-nos a lê-lo de forma partilhada em aulas com almofadas, chocolate quente e um bolo carinhosamente feito por uma das mães. E pronto.... um dia....
Fica a sugestão da primeira obra de Záfon, premiada em 1993 (curiosamente, o ano em que iniciei a minha carreira no ensino) e que sugiro aos estimados colegas professores-bibliotecários e a todos os leitores. Sinopse aqui. Boas leituras!
[e, nestes tempos do Multimedia, deixo-vos também o vídeo]
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